Mentalização (Auto-Hipnose): Limpeza dos Pensamentos Negativos

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

LANÇAMENTO DO PROGRAMA DE HIPNOTERAPIA EM GRUPO EM JOÃO PESSOA



No próximo dia 13 de agosto, será realizada a palestra "Benefícios da Hipnose Clínica Condicionativa para a Saúde Física e Mental" no espaço Espaço Ser Infinito Yoga e Terapias em Tambaú. Na ocasião será lançando o programa de "Relaxamento e Condicionamento Mental" na modalidade de Hipnoterapia em Grupo. 

Este programa tem como objetivo melhorar a QUALIDADE DE VIDA, SAÚDE FÍSICA E MENTAL dos participantes através da utilização de técnicas de relaxamento profundo e condicionamentos mental, utilizando a hipnose clínica condicionativa como ponte.

COMO FUNCIONA:

Com todos os participantes deitados é colocada uma música de fundo, e através da voz do profissional o grupo será conduzido a um estado de relaxamento profundo, onde ficarão mais receptivos aos novos condicionamentos. Serão utilizadas diferentes técnicas de progressão mental, energização e projeção.

CONDICIONAMENTOS TRABALHADOS DURANTE AS SESSÕES:

Motivação para a vida e o trabalho;
Aumento da  autoestima; 
Auto aceitação;
Controle da ansiedade e estresse;
Desbloqueio de traumas (fobias, síndrome de pânico, etc.)
Bem estar físico e emocional;
A prática do perdão;
Fortalecimento da memória;
Qualidade do sono;
Superação da depressão.

SOBRE O PROGRAMA:

O programa é composto de 05 sessões, cada sessão terá  a duração de 02 horas, sendo uma vez por semana. O grupo será formado por no máximo 10 participantes. As sessões serão conduzidas pelos hipnólogos Luciano Medeiros e Nalícia Inez Negrão Bueno, ambos formados pelo Instituto Brasileiro de Hipnologia e Membros da Sociedade Ibero Americana de Hipnose Condicionativa.

Valor das 05 sessões: R$ 500,00  (Quinhentos reais) parcelado em até 06 x s/ juros no cartão de crédito (10% de desconto para pagamento  a vista). 

Local: Espaço Ser Infinito Yoga e Terapias - Av. Navegantes, nº 104 – Sl 602, Tambaú, Empresarial Di’Láscio (ao lado do mercado de artesanato), João Pessoa-PB. 

Palestra Inaugural aberta ao público: Dia 13/08/16 das 20:00h as 21:00h no Espaço Ser Infinito Yoga e Terapias. Confirme a presença por telefone ou e-mail lucianosmedeiros@uol.com.br

INFORMAÇÕES E RESERVAS

(83) 99992-9900 (Tim) WhatsApp (Luciano) 

FOLDER DE DIVULGAÇÃO





ENTREVISTAS NA TV





quinta-feira, 28 de julho de 2016

A HIPNOSE FUNCIONA?


A Hipnose funciona?

Sim, ela realmente existe. E não é fraude, truque nem coisa de gente impressionável. Veja como a hipnose consegue mexer com as estruturas mais profundas da mente humana.

Olhe para cá!

E antes de começar a ler a reportagem, siga estes passos para se auto-hipnotizar

1. Pare
Vá para um lugar bem silencioso (ou coloque fones de ouvido tocando uma trilha sonora bem suave, new age mesmo). Sente-se da forma mais confortável possível e mantenha as pernas e os braços separados. Descanse alguns minutos.

2. Imagine
Agora imagine que você está dentro de um barquinho, num lago bem tranquilo. Sinta como o barquinho balança devagar e agradavelmente. Para a frente, para a direita, para trás, para a esquerda...

3. Sinta
Uma enorme preguiça toma conta da sua perna esquerda. Pense: "Minha perna esquerda está ficando pesada, cada vez mais pesaada e cansada". Mentalize por alguns minutos - até sentir que a sua perna realmente ficou semiparalisada.

4. Renda-se
Agora é a perna direita que está ficando pesada. Cada vez mais pesaada e cansada... Repita o processo com ela e com os braços, primeiro o direito e depois o esquerdo, até que todos os seus membros fiquem dormentes.

5. Induza
A esta altura, você deve estar respirando bem devagar e sentindo um relaxamento profundo. Parabéns! É o estado de indução hipnótica. Agora mentalize um objetivo simples (como "vou comer menos" ou "não sentirei mais vontade de fumar").

6. Desperte
Depois de repetir a mentalização por alguns minutos, pare e diga a si próprio que a hipnose acabou. Vá despertando sem pressa, até voltar ao normal. Você sentirá sonolência e leve desorientação, como quem acaba de acordar.

Hipnólogo Fábio Puentes

Quando o hipnólogo Fabio Puentes chegou à redação da SUPER, foi recebido com uma mistura de receio e descrédito. Talvez você o conheça: ele é aquele homem de sotaque portenho (na verdade, uruguaio) que costuma aparecer em programas de TV hipnotizando as pessoas - e às vezes sujeitando-as a situações constrangedoras. Nenhum de nós queria ser forçado a imitar uma galinha, daí o receio. Mas poucos acreditavam que Puentes tivesse mesmo algum poder, e argumentos como "isso não passa de armação" e "só faz efeito em gente de cabeça fraca" dominavam as conversas. Mas uma hora depois, o clima era completamente diferente. 

Puentes não conseguiu transformar ninguém em zumbi. Mas fez pessoas levantar 25 quilos com apenas dois dedos, paralisou o braço do designer Gabriel Gianordoli e colou as mãos do nosso redator-chefe - pessoas absolutamente céticas, nada impressionáveis. E a redação cheia de incrédulos foi obrigada a admitir o que a ciência está começando a aceitar: a hipnose realmente existe, não é mágica nem truque e vai além do simples ato de sugestionar os outros. É um fenômeno neurológico, que acontece bem no meio do cérebro e é capaz de alterar o estado normal das pessoas. Mas como ela funciona? E até que ponto pode ser usada para dominar a cabeça dos outros - e controlar melhor a sua própria mente?

A hipnose começou a ser praticada no século 18, quando o médico alemão Franz Anton Mesmer defendeu sua tese de doutorado na Universidade de Viena. Mesmer propunha uma ideia estapafúrdia: a atração gravitacional entre a Terra e outros corpos celestes afetava a saúde das pessoas, sendo responsável por vários tipos de doença mental. Por incrível que pareça, a tese foi aceita e Mesmer recebeu o diploma em 1766. Como desgraça nunca vem sozinha, logo ele começou a acreditar em outra besteira - o corpo humano estava cheio de fluidos magnéticos, cujo desequilíbrio era nocivo e deveria ser corrigido. No tratamento, o paciente ficava sentado numa cadeira enquanto Mesmer olhava em seus olhos, pedia que se concentrasse ou tocava em seus braços e mãos - técnicas similares às da hipnose moderna.

Em 1778, depois que não conseguiu curar uma pianista acometida de cegueira nervosa, Mesmer foi expulso de Viena e se instalou em Paris. Mais ousado, ele passou a andar vestido de violeta e a usar uma varinha de condão (objeto que ele inventou). Sua clínica foi o maior sucesso, e em 1784 o rei Luis 16 formou uma comissão de cientistas notáveis, que incluía Antoine Lavoisier e Benjamin Franklin, para estudar os poderes de Mesmer. Eles concluíram que se tratava de um charlatão (a teoria dos fluidos magnéticos, claro, era pura bobagem), mas que tinha alguns poderes: ele representava um perigo para a sociedade, porque supostamente era capaz de "mesmerizar" - palavra que se tornou um sinônimo de enfeitiçar - as pessoas contra a vontade delas.

As técnicas de Mesmer foram proibidas, e a hipnose começou a se transformar em show circense. Mas alguns discípulos continuaram a acreditar na sua eficácia como tratamento. Um deles era o médico escocês James Braid. Em 1843, ele resolveu trocar o nome da mesmerização para torná-la mais aceitável. E cunhou o termo "hipnose" - que vem de Hypnos, a deusa grega do sono. Braid adotou uma abordagem mais científica, e a partir daí a hipnose passou a ser estudada por gente mais séria - como o francês Jean-Martin Charcot (1825-1893), considerado o pai da neurologia, o psicólogo russo Ivan Pavlov (1849-1936) e o próprio Freud, que chegou a hipnotizar seus pacientes no começo da carreira.

Mesmo assim, a hipnose só começou a ser aceita pela ciência em 1997, quando o psiquiatra americano Henry Szechtman fez uma experiência com 8 voluntários. Eles foram vendados e ouviram uma gravação que repetia a seguinte frase: "O homem não fala muito. Mas, quando ele fala, vale a pena ouvir o que diz". Szechtman desligou o som e pediu aos voluntários que tentassem imaginar a frase. Em seguida, hipnotizou todo mundo e disse que iria tocar a fita novamente. Era mentira; não havia som nenhum. Mesmo assim, os voluntários disseram ter ouvido a gravação - eles sofreram uma alucinação auditiva por causa da hipnose. Monitorando o cérebro dos voluntários, o cientista descobriu o seguinte. Durante a alucinação e quando a gravação estava tocando de verdade, a atividade do cérebro era idêntica. Já quando as pessoas apenas imaginavam o som, a atividade era diferente. Outros estudos comprovaram esse efeito, e permitiram chegar a uma conclusão definitiva: a hipnose existe, não é fingimento e tem um efeito característico sobre o cérebro - é uma simulação perfeita da realidade, muito mais forte que a imaginação ou a autossugestão. Uma pessoa hipnotizada pode literalmente ver, ouvir e sentir o que é sugerido pelo hipnotizador. Mas como isso acontece?


Homem x réptil

A resposta começou a aparecer num teste feito pelo neurocientista Pierre Rainville, da Universidade de Montreal. Ele pediu que voluntários mergulhassem a mão em tigelas com água muito quente (a 47 oC). Como estavam hipnotizadas, as cobaias não sentiam dor. Rainville observou o cérebro daquelas pessoas e descobriu algo estranho. O sistema límbico, que é um pedaço primitivo do cérebro que nós herdamos dos répteis e processa os sinais que vêm do corpo, como a dor, estava operando normalmente. Mas o neocórtex, uma região cerebral que só existe nos mamíferos avançados e é responsável pela nossa consciência, ignorava os sinais do sistema límbico. É como se, durante a hipnose, o "cérebro humano" parasse de se comunicar com o "cérebro reptiliano".

É por isso que a hipnose tem efeitos tão profundos. A pessoa não fica dormindo. Fica acordada, consciente e sabendo que está sendo hipnotizada. A diferença é que, como o neocórtex é privado das informações fornecidas pelo sistema límbico (que além de processar a dor também controla a memória e reações como desconfiança, vergonha, medo, fome, iniciativa, prazer e desejo sexual), a consciência fica sem reservas nem referências - e, por isso, totalmente vulnerável às sugestões do hipnotizador.

Esse poder pode servir para obrigar uma pessoa a imitar uma galinha, mas também tem uso terapêutico. O Conselho Federal de Odontologia acaba de regulamentar o uso da hipnose - os dentistas que fizerem um curso especial, de 180 horas, poderão utilizá-la como complemento da anestesia. E o Conselho Federal de Medicina já reconhece a hipnose como ferramenta no tratamento de dores crônicas (o Hospital das Clínicas, em São Paulo, oferece a hipnoterapia como opção para tratar as dores de pacientes de câncer) e em várias formas de psicoterapia - há estudos comprovando que ela é eficaz contra o tabagismo, a ansiedade, a depressão e outros transtornos psíquicos. Pesquisas recentes também constataram, de maneira surpreendente, efeitos fisiológicos da hipnose: há indícios de que possa ajudar no tratamento de hipertensão e de problemas gastrointestinais e no sistema imunológico. Tudo isso depende, claro, do seu grau de sensibilidade. Por que algumas pessoas podem ser completamente tomadas pela hipnose, enquanto outras são imunes a ela? E como técnicas tão banais, como balançar um reloginho na frente de uma pessoa, podem ter tanta força sobre a mente?


Você é hipnotizável?

A hipnose é muito mais comum do que se imagina. Você já deve ter se auto-hipnotizado milhares de vezes e nem percebeu. Um exemplo: sabe quando você está indo para algum lugar, mas acaba se distraindo com os próprios pensamentos e ao chegar nem se lembra do caminho que fez? É uma forma fraquinha de hipnose. "O estado hipnótico é parecido com o que acontece quando você fica absorto, lendo um livro ou vendo um filme", afirma o psiquiatra e especialista em hipnose David Spiegel, da Universidade Stanford. É um estado de grande atenção, em que o cérebro foca em uma coisa e se desliga do resto. Mas não tem nada de extraordinário; é um mecanismo que faz parte do funcionamento normal do cérebro.

Existem vários métodos de hipnotizar (veja no quadro ao lado), mas todos seguem a mesma lógica. Tanto faz se o hipnólogo balança um objeto ou diz palavras suaves - o que conta é prender a atenção da pessoa e reduzir seu grau de inibição. Se essas duas condições forem atendidas, pronto: você conseguiu calar o sistema límbico e cativar o neocórtex, e a pessoa está hipnotizada. "O que você diz para hipnotizar a pessoa não é tão importante. O que importa é o seu jeito, o seu tom de voz", ensina Fabio Puentes.

Para o psicólogo americano Michael Nash, autor de dezenas de estudos sobre hipnose e organizador do maior livro sobre o assunto, o Oxford Handbook of Hypnosis, nossa suscetibilidade à hipnose pode ser obra da seleção natural. Ao longo da evolução da humanidade, em que as situações de dor eram muito mais comuns do que hoje (a anestesia como a conhecemos só foi inventada no século 19), quem tinha mais capacidade de ignorar o próprio sistema límbico e suportar o sofrimento físico levou vantagem na vida. Viveu mais e gerou mais descendentes, que foram espalhando essa característica pela humanidade. É por isso que, hoje, 80% da população mundial é hipnotizável em algum grau. Mas como medir o grau de sensibilidade à hipnose? Os métodos mais famosos são a Escala Grupal de Harvard, criada em 1962, e a Escala Stanford, de 1959. Este último, individual, é o mais usado pelos pesquisadores. Consiste num teste de mais ou menos 50 minutos, com 3 sessões de 12 exercícios que testam habilidades hipnóticas cada vez mais difíceis - como regressar mentalmente à infância, ficar sem poder abrir os olhos, obedecer a uma sugestão pós-hipnótica (pular da cadeira sempre que ouvir determinado som, por exemplo), tornar-se incapaz de sentir odores fortes e desagradáveis, e o exercício mais difícil de todos, esquecer tudo o que aconteceu durante a sessão. Esses testes foram aplicados em milhares de pessoas, ao longo de várias décadas, e descobriram várias coisas. A sensibilidade à hipnose se mantém estável durante a vida (é a mesma na infância, na idade adulta e na velhice), não tem relação com o sexo, a escolaridade ou a inteligência das pessoas. E é hereditária.

Existe um teste rápido que você mesmo pode fazer. Leia a frase a seguir: "Quando o carro vermelho buzinou, o cachorro preto latiu e chegou ao portão da casa amarela". Agora feche os olhos e responda: quais são as cores das palavras desta frase? Não estou perguntando os nomes escritos; quero saber as cores da tinta que usamos para imprimir as palavras em destaque. Se o seu cérebro é um pouco hipnotizável, como o de 80% das pessoas, você terá alguma dificuldade para responder - porque sua mente aprendeu e sabe, instintivamente, que o significado das palavras é mais importante que a cor delas. Já se você for extremamente hipnotizável, como 15% da população, respondeu no ato e sem problemas.

Isso se deve a uma diferença estrutural no cérebro. Pesquisas feitas na Universidade de Virgínia, nos EUA, revelaram que o cérebro das pessoas altamente hipnotizáveis possui duas características marcantes. É mais assimétrico - a divisão de tarefas entre os dois hemisférios do cérebro é mais intensa do que em pessoas comuns. E seu corpo caloso, estrutura que conecta o hemisfério esquerdo ao direito, é em média 31,8% maior. Os cientistas especulam que a superconexão faça as informações fluir mais facilmente dentro do neocórtex (que se divide entre os dois hemisférios do cérebro). E por isso o cérebro tenha maior facilidade em suprimir, ou ignorar, a atuação do sistema límbico.


O lado perigoso da hipnose

No filme Sob o Domínio do Mal ("The Manchurian Candidate", 1962), Frank Sinatra faz o papel de um major americano que é hipnotizado pelos comunistas para matar o presidente dos EUA quando ouvir um sinal por telefone. Isso é possível? Mais ou menos. A sugestão pós-hipnótica realmente existe - é possível programar o cérebro de pessoas altamente suscetíveis. Mas só com instruções muito simples (pular ao ouvir um sinal). Ela não funciona com ordens complexas, que envolvam várias etapas de raciocínio ou sejam contra a índole do indivíduo; se a pessoa normalmente não mataria o presidente, não irá fazê-lo sob hipnose. Além disso, é possível resistir à sugestão pós-hipnótica, que costuma desaparecer após alguns minutos (em casos extremos, alguns dias). Ou seja: ao contrário da crença popular, uma pessoa hipnotizada não vira um robô nem fica em transe para sempre se o hipnotizador sumir. Isso não quer dizer que os hipnotizados não possam ser induzidos a fazer coisas que não querem (ou não existiria o truque de fazê-los comer cebola achando que é maçã).

Também é possível hipnotizar as pessoas mais sensíveis contra a vontade delas, usando truques para pegá-las de surpresa. O psiquiatra americano Milton Erickson costumava dominar seus pacientes com um simples aperto de mão. Ele massageava o pulso do paciente, que ia ficando relaxado e sem reação. Seja como for, não é preciso ter medo. Mesmo se você for altamente sensível, basta ficar longe dos hipnotizadores ou não prestar atenção neles. Afinal, hipnose é um estado extremo de atenção. Se você não presta atenção, não pode ser hipnotizado. Também não há evidências de que a hipnose cause qualquer dano. Ela só tem um risco: pode induzir falsas memórias.

É isso aí. Ir a um terapeuta, sentar-se no divã e fazer hipnose com o objetivo de acessar memórias reprimidas é bastante perigoso. Como desconecta o sistema límbico, que é o responsável pela formação e manutenção das memórias, a hipnose realmente pode levar a falsas lembranças. Se um terapeuta estiver convencido de que um paciente sofreu abuso na infância, por exemplo, pode hipnotizá-lo para que ele tente se recordar do fato - e acabar implantando sem querer (ou de propósito) a memória de uma coisa que nunca aconteceu. Isso começou a ficar evidente nos anos 90, quando uma série de casos foram parar na Justiça dos EUA. Depois da hipnose, elas passaram a se lembrar de acontecimentos medonhos, como abuso sexual e rituais satânicos, que na verdade jamais tinham ocorrido. Isso causou um grande escândalo, e levou a Universidade de Washington a fazer uma série de estudos impressionantes sobre o assunto.

Os pesquisadores descobriram que, sob hipnose, 70% das pessoas ficam receptivas a falsas memórias. E as terapias que prometem acessar memórias reprimidas são muito nocivas: fazem com que os pacientes corram maior risco de perder o emprego e a vida social e tenham até 500% mais possibilidade de ir parar num hospital psiquiátrico. Por isso, hoje esse tratamento é desaconselhado pela Associação Médica Americana. Se você for fazer algum tipo de hipnose, evite técnicas e exercícios que mexam com a memória. Tirando isso, não há problema. A hipnose é uma ferramenta poderosa, que já vem embutida no cérebro e pode ser usada de maneira positiva. O pior que pode acontecer é ela não funcionar com você. Mas calma... você é pelo menos um pouquinho hipnotizável, não é? Relaxe, feche os olhos, respire. Sua cabeça está ficando pesada. Pesada e cansaaada...



As portas da percepção

Os 5 métodos mais usados para hipnotizar

Fixação de olhos
É o clássico método do reloginho, e foi criado por James Braid - o inventor da palavra "hipnose". O hipnotizador pede ao paciente que se concentre fixamente em algum objeto.

Narrativa
Consiste em pedir ao paciente que relaxe membro a membro - após o que, num tom calmante, o hipnólogo o leva a imaginar uma história.

Confusão
Criado para lidar com pessoas resistentes, consiste em iludir a pessoa com atos incomuns - como um aperto de mão que se prolonga e vira uma espécie de massagem.

Desequilíbrio
O hipnotizador diz ao paciente que se coloque numa posição na qual seja difícil se manter de pé. E ao mesmo tempo, pede que ele se concentre em seus membros.

Choque
Consiste em simular uma hipnose comum, passando as mãos na cabeça da pessoa - mas de repente fazer um gesto brusco, jogando a cabeça para trás enquanto grita "durma"!

Isto aqui dá
O que a hipnose realmente pode fazer

Anestesiar uma pessoa
Funciona. Em 1845, antes da popularização da anestesia, o médico escocês James Esdaile já usava a hipnose em cirurgias e amputações.

Curar tabagismo, compulsões e vícios em geral
Funciona. Mas o tratamento também deve ter terapia, e é preciso refazer periodicamente as sessões hipnóticas.

Implantar memórias
Funciona. Há casos de falsas memórias que acabaram na Justiça e começaram na atuação desastrada (ou maldosa) de hipnoterapeutas.

Sugestões pós-hipnóticas
Funciona. É possível condicionar uma pessoa para que ela reaja a certos sinais - como pular toda vez que ouvir determinado som, por exemplo.

Hipnotizar alguém à força
Funciona. Existem técnicas que permitem hipnotizar a vítima sem que ela perceba. Mas isso só dá certo se você dedicar atenção ao hipnotizador.



Isto não dá

Veja em que situações a hipnose não tem o menor efeito

Apagar memórias
Não funciona. Pessoas altamente hipnotizáveis podem se esquecer de acontecimentos, mas acabam se lembrando deles após algum tempo.

Acessar memórias reprimidas
Não funciona. As supostas lembranças (que no Texas são aceitas como prova judicial) são contaminadas pela imaginação.

Hipnotizar bichos
Não funciona. Hipnose é um fenômeno da parte mais moderna do cérebro humano. O que acontece com animais é apenas catatonia (paralisia).

Controle da mente
Não funciona. Mesmo pessoas altamente hipnotizáveis não se tornam zumbis. E a hipnose cessa após alguns minutos (ou quando o hipnólogo vai embora).

Para saber mais

The Oxford Handbook of Hypnosis
Michael Nash, Oxford University Press, 2008.

POR Bruno Garattoni, Fábio Marton

terça-feira, 15 de março de 2016

EXISTE DIFERENÇA ENTRE MEDITAR E MENTALIZAR?


Você sabe qual é a diferença entre mentalizar e meditar? Antes de esclarecer essa questão, proponho que aproveite este momento de leitura para relaxar e ampliar a capacidade da sua mente. Esta intenção sempre faz diferença na melhor compreensão das situações em nossa vida diária. O exercício abaixo ajudará você a encontrar um estado de calma, paz e tranquilidade a partir deste momento.

Comece inspirando lentamente e profundamente pelo nariz, mantendo o ar preso por alguns segundos - até o tempo de chegar à próxima orientação. Lentamente solte o ar pela boca semiaberta e logo depois retenha o ar novamente. Pense que todo o seu corpo se revitaliza neste momento, e repita a respiração mais uma vez: retenha o ar por alguns segundos e na hora de expirar pense que está eliminando todos os pensamentos agitados e negativos.

Adote uma atitude mental de que neste momento todo o seu ser se refaz, toda a saúde penetra em você, e que na próxima inspiração você absorverá a energia necessária para todo o seu bem-estar mental, psíquico e físico. Repita esse exercício de respiração, caso sinta que ainda não o realizou com atenção suficiente, e faça-o ao menos três vezes.

A ARTE DE MATERIALIZAR SUA IMAGINAÇÃO


Se realmente se propôs a fazer o exercício de respiração acima, você vivenciou um processo de mentalização e poderá perceber que está com uma atitude mental menos resistente. Mentalizar significa colocar a atenção total em sua imaginação e sensações, transformando e materializando a situação imaginada na vida prática, no aqui e agora.

Ou seja, mesmo que não tenha consciência disso, a maioria de nós está o tempo todo mentalizando.
Por isso, é importante ficar alerta quanto aos perigos de suas mentalizações. Se você vive pensando de forma negativa, é isso que esta materializando em sua vida. Afinal, as situações que costumamos viver são o reflexo de nossas mentalizações. O poder de seus pensamentos nada mais é do que sua energia mais preciosa sendo utilizada a seu favor - ou contra você.

E O QUE SIGNIFICA MEDITAÇÃO?



Meditar é silenciar. É apenas ser, escutar sua sabedoria inata e seu mestre interior. Na Meditação entramos em contato com um estado alterado de consciência. Nesse estado inicial, chamado Alfa, a mente e o corpo ficam em um repouso silencioso e absoluto. Não reconhecemos o que pode estar acontecendo a nossa volta, mesmo com os olhos abertos. Nada se julga ou codifica. Sentimos que somos seres individualizados, mas que somos também todo o universo. Com a prática da Meditação ampliamos esta percepção da consciência como um todo, e constatamos a verdade das nossas experiências.

Assim como a Mentalização, a Meditação também tem inúmeras formas de chegar a ela, mas o silêncio é um só. Cada pessoa se identifica com a sua técnica própria, que pode ser aprendida em curso, leitura, Yoga, exercícios de respiração ou experimentos individuais. Afinal, meditar é simples: a pessoa senta e não faz mais nada, nem ao menos pensa. É claro que inicialmente pode ser mais difícil, mas com o tempo e a persistência sempre é possível chegar onde a pessoa deseja.

Mentalizar aprofundando a concentração e o estado alterado de consciência pode se tornar o instrumento para chegar à Meditação. Temos que almejar sempre entrar em sintonia com sentimentos e vibrações de alegria, satisfação e amor, para ter mais facilidade e melhor qualidade em nosso estado meditativo.

MERGULHE NO SILÊNCIO



Agora experimente fechar os olhos e inicialmente prestar atenção em sua respiração livre. Não importa o que está acontecendo ao seu redor. A boa notícia é que agora você não tem que fazer mais nada. Fique atento, aguardando qual será o próximo pensamento. Experimente! Com certeza você terá ao menos alguns segundos de silêncio absoluto. É assim que você pode começar a criar este ótimo habito. Então, feche os olhos!

Mergulhe no silêncio OM do planeta e traga a paz interior - que é você - para suas mentalizações. Seu silêncio está escondido entre os pensamentos e as palavras de sua mente humana. Ele já está aí, dentro de você. Então, tome a decisão de incorporá-lo a sua consciência em seu dia a dia. O silêncio é a nossa verdadeira natureza, por esta razão nos faz tão bem. Escute-o!

Seja como for, onde for, esteja alerta e consciente de seus pensamentos e desejos. Seja cuidadoso com o que quer para seu futuro - que está sendo escrito no único momento que existe realmente, que é o agora. Assuma sua responsabilidade e suas prioridades dentro de um coração amoroso, uma mente silenciosa, e tenha o universo conspirando a seu favor para sempre.

SUGESTÕES DE MENTALIZAÇÕES

Se não sabe por onde começar a mentalização, confira algumas sugestões. A ideia é que você repita os textos de verdade, quando e quantas vezes quiser, principalmente quando os pensamentos estiverem negativos. Com a prática você perceberá que a Mentalização ficará cada vez mais gravada no seu inconsciente. Experimente colocar o foco na nova realidade que está fixando em sua consciência.

Consciência Criadora Eu Sou - Para ajudar você a reconhecer a responsabilidade pela sua vida "Consciência Criadora, Eu Sou sua vida, Eu Sou meu constante apoio, Eu Sou minha saúde, Eu Sou minha proteção, Eu Sou o perdão, Eu Sou a perfeita satisfação de todas as minhas necessidades e Eu Sou a minha mais alta inspiração. Confio no fluxo da Vida, pois sei que ela reserva para mim o que há de melhor, sempre. Eu Sou gratidão".

O Poder da Mentalização Positiva (Parte da Mentalização completa, que deve ser feita diariamente, às 18h).

1 - Sinta a presença da Natureza.

  • Procure sentir a presença da Natureza no ar que respira, em cada respiração, em cada pulsação.
  • Procure sentir a presença da Natureza no vento que sopra, na chuva que cai, no verde das matas, no colorido e no perfume das flores.
  • Procure sentir a presença da Natureza na semente que germina, na planta que nasce, no botão de rosa que se abre.
  • Procure sentir a presença da Natureza no cantar e no equilíbrio do voo dos pássaros.
  • Procure sentir a presença da Natureza nas ondas do mar, no barulho da cachoeira, na correnteza dos rios e no pôr do sol.
  • Procure sentir a presença da Natureza no orvalho das manhãs, no amanhecer e no anoitecer, no raio de sol, no clarão do luar, no brilho das estrelas, em toda a natureza, em todo o universo, em cada sorriso, em cada olhar, no sorriso da criança e na lágrima da emoção.
  • Procure sentir a presença da Natureza na mão amiga que se estende, em cada lugar, a cada instante, a cada momento.
  • Sinta a presença da Natureza em tudo e em todos, dentro de você.


2 - Agradeça sua Consciência Criativa.

  • E agradeça por sentir e agradeça por poder agradecer.
  • Agradeça a sua Consciência pela paz, pela proteção, pela saúde, pela força, pela esperança e por sua fé.
  • Agradeça a sua Consciência Materializadora pelos amigos que você tem, pelos entes queridos.
  • Agradeça a sua Consciência Materializadora pelo alimento que o alimenta, por ontem, por hoje, por esta união de forças, pelo carinho, pelo amor, pela sintonia, por mais esta mentalização.
  • Agradeça a sua Consciência Materializadora por tudo e por todos, por sua própria existência.


3 - Peça a sua alma ou Consciência Criativa por sua própria pessoa.

  • Diga mentalmente: "neste momento eu mentalizo, eu penso, com todas as energias mentais e universais, com todas as energias cósmicas, com todas as energias da natureza, com todas as energias da Consciência Universal, para que se resolvam todos os problemas, todos os meus males: físicos, mentais, espirituais e materiais".
  • Mentalize e visualize todos os seus problemas resolvidos positivamente.
  • Mentalize e visualize todos seus desejos realizados.
  • Mentalize e visualize a sua saúde totalmente recuperada, equilibrada, melhorada.


4 - Peça a Consciência Universal por todos.

  • Continue dizendo mentalmente: "Mentalizo que todas as pessoas entrem em sintonia comigo agora. Mentalizo que esta irradiação seja: curadora, penetrante, transmissível, vitalizante, vivificante, energética, tranquilizante, regeneradora, normalizadora, fortalecedora e que produza efeitos materializastes de paz, saúde, segurança, confiança, tranquilidade, equilíbrio, harmonia, estabilidade e bem-estar. Que cada um de nós com total e plena certeza diga a si mesmo: posso fazer tudo com a ajuda da Consciência Universal".


5 - Mentalizo pela paz mundial.

6 - Mentalize para que aumente, cada vez mais, a fé e a nossa crença positiva. Rá!
  • Este mantra é a liberação da energia positiva e significa: saúde, alegria, força, união, harmonia, paz, tranquilidade e tudo de bom pra você.


Texto: Regina Restelli (Terapeuta holística que vem desenvolvendo um inovador trabalho de autoconhecimento e autocura, baseado nos princípios da Física Quântica. Promove Grupos de Meditação em todo o país), publicado originalmente no site Personare: http://www.personare.com.br/existe-diferenca-entre-meditar-e-mentalizar-m3187

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

TESTE DE TELEPATIA DE ZENER


A capacidade de se comunicar instantaneamente, independente das distâncias é um antigo sonho humano que nos impulsionou a criação de meios de comunicação poderosos como o rádio, o telefone e a internet. Todos estes meios, entretanto dependem de meios externos e estão de uma forma ou de outra atrelados aos nossos sentidos naturais. A vontade de transcender estas limitações fez com que por toda a história se falasse de uma capacidade aparentemente de transmitir diretamente os pensamentos de uma mente para outra. Embora ainda cause espanto em muitos, como este artigo mostrará a telepatia nada tem de miraculosa e pode ser medida e exercitada com exatidão matemática.

Esta capacidade é conhecida desde o século XIX pelo nome de Telepatia quando Frederick W.H Myrer cunhou o termo em 1882. A palavra tem origem grega e une o prefixo "tele", que significa "distância" com o sufixo "patheia" que significa "sentir". Um termo que portanto define qualquer comunicação entre duas mentes sem a utilização dos canais sensoriais conhecidos.

Em muitas famílias existem casos de telepatia rotineiros. Ao vivermos muito tempo com a mesma pessoa é comum que uma consiga descobrir o que a outra esta pensando ou querendo, mesmo sem qualquer tipo de indicação. Isso pode ser testemunhado quando pensamos em alguém e logo em seguida o telefone toca com a outra pessoa do outra lado da linha ou quando cantarolamos uma música que sem sabermos estava tocando na cabeça de outra pessoa próxima a nós. Interessante notar que estes casos são mais comuns quanto maior a afinidade entre as pessoas. Os céticos defendem que tais fenômenos ocorrem porque as pessoas com a convivência se tornam mais parecidas sendo levadas a pensar e se comportar de modo semelhante. Entretanto os exemplos não se restringem apenas aos casos domésticos, mas também ganharam interesse de pesquisas acadêmicas e militares. 

A abordagem científica a telepatia



Ao contrário do que o grande público pensa, telepatia é hoje um fato demonstrável e comprovado graças ao avanço da parapsicologia, em especial das pesquisas pioneiras publicadas por Joseph Banks Rhine na primeira metade do século XX. Por outro lado os mecanismos pelos quais ela funciona ainda são motivo de muito debate e controvérsia entre os pesquisadores. Alguns especialistas dizem que esse é um fenômeno puramente psíquico, enquanto outros sustentam que é físico. Os mais céticos negam ainda essas hipótese, alegando que tudo que podemos dizer com certeza é que dois centros nervosos são capazes de manter uma comunicação simples e temporária que superam estatisticamente os resultados que poderiam ser obtidos por pura sorte. Por outro lado existem os especialistas que avançam em suas especulações e defendem a tese de que , no misterioso processo de transferência de pensamento, a segunda pessoa não é diretamente influenciada pela primeira, funcionando somente como receptora das mensagens de uma mente superior na qual todas as outras mentes estariam relacionadas.

O professor de psicologia da Universidade de Duke, Estados Unidos, Karl Zener criou na década de 1930 um sistema simples e preciso que possibilita avaliar a capacidade de transmissão ou leitura de pensamento de cada pessoa. Esse método utiliza um baralho especialmente concebido para este propósito, composto por 25 cartas divididas em 5 grupos cada um representado por um desenho de fácil identificação - estrela, cruz, circulo quadrado e linhas paralelas ondulantes. A experiência propõe que o receptor adivinhe a seqüência das cartas visualizadas pelo transmissor. Como existem 5 grupos de 5 cartas. O acaso estatístico permite uma única resposta certa sobre 5 cartas ou 5 para 25 em um baralho completo. Se o receptor consegue adivinhar  mais de 5 vezes em cada teste com o baralho Zener, isso permite supor a existência de uma certa receptividade ä transmissão do pensamento. Se isso acontece dez vezes por teste, pode-se supor a ocorrência de um feliz acaso, mas se a média de êxitos for constante sobre muitas dezenas de transmissões então o fator sorte está matematicamente descartada.

A partir de 1935 o Laboratório de Parapsicologia dentro da Universidade de Duke, realizou mais de 100 mil experimentos e descobriu que a média de acertos é 7 cartas sobre 25 - lembrando que a média do acaso seria de 5 cartas sobre 25. Uma vez que as pessoas selecionadas para a pesquisa não precisavam preencher quaisquer critérios essa ponderação engloba tanto os resultados conseguidos pelas pessoas dotadas como pelas de baixo poder psíquico, tornando-se uma espécie de média humana de capacidade telepática.

A pesquisa chamou atenção das inteligências militares que estavam a véspera da Segunda Guerra Mundial. Tanto os aliados como o eixo realizaram testes, principalmente com transmissores localizados em terra firme e receptores a bordo de submarinos submersos. Na União Soviética em experiências realizadas entre Moscou e Vladivostok (uma distância aproximada de 6.300 km) os índices de acertos aproximaram-se dos 95%. Desses experimentos participaram apenas pessoas dotadas de comprovada percepção extra-sensorial, após um longo processo de triagem e vários meses de treinamento diário. 

Outro exemplo retirado da literatura especializada conta que enquanto trabalhava em seu jardim em Cleveland, Fred Trusty teve subitamente uma estranha sensação de urgência. Abandonou as ferramentas e voltou seus olhos sem pensar para um pequeno lago situado no fundo de sua propriedade. Tudo parecia calmo. Quando ia voltar ao trabalho sentiu de novo o apelo misterioso e desta vez viu um boné flutuando sobre a água, nem no centro do lago. Sem hesitar ele correu e mergulhou. No fundo da água viu o corpo de uma criança. Era seu filho: ele o retirou de lá a tempo de reanimá-lo.

A capacidade de receber e transmitir pensamentos parece se intensificar em momentos de crise. Durante a guerra que se seguiu são incontáveis os casos na literatura especializada que contam de pais afastados de seus filhos que subitamente os contataram no final da vida. Até mesmo Sigmund Freud, conhecido por seu ceticismo, cita o caso de uma refugiada tcheca nos Estados Unidos que foi acometida por uma terrível angustia e desespero pois sabia que sua mãe, que ficará na Tchecoslováquia acabara de morrer. Marido e amigos tentaram em vão confortá-la e dois dias depois chegou um telegrama avisando sobre o falecimento de sua mãe. Considerando a diferença de sete horas entre Praga e Nova York, Freud constatou que o momento de sua angustia coincidiu exatamente com o instante do falecimento.

Como testar e desenvolver sua habilidade telepática

Imprima cinco cópias da imagem abaixo e recorte: você precisará ter 25 cartas no total. Se você puder enxergar os símbolos pelo verso do papel cole outra camada de papel junto da primeira.



Embaralhe as cartas com os símbolos para baixo e entregue para uma pessoa que será seu transmissor.Para controle tenha uma folha com três colunas e 25 linhas. As colunas devem ser classificadas como: RECEPÇÃO - TRANSMISSÃO - RESULTADO. Na primeira coluna coloque a carta que vier a sua mente. Na segunda coloque a carta que seu transmissor visualizou após ela ser reveladas. Na última coluna marque um x para cada acerto que tiver. Qualquer pontuação superior a 5 pontos equivale a 20% que são as chances de acertar por mero acaso. Marcações superiores a cinco pontos indicam a presença de algum poder de recepção. 

É essencial a participação de uma segunda pessoa neste teste pois ela visualizará cada uma das cartas que você tentará descobrir qual é. Na ausência de um transmissor você estará medindo apenas sua capacidade de premonição (conhecimento futuro) e não sua capacidade telepática. Seja medindo seu grau telepático ou premonitório diversos fatores emocionais e ambientais podem influenciar nos resultados, assim é indicado a realização de vários testes antes de chegar a uma média que realista.  Não apenas isso, mas a média costuma aumentar com o número de testes, indicando que as habilidades psíquicas podem ser exercitadas assim como a mente e os músculos.

Pelas pesquisas realizadas podemos afirmar que todas as pessoas possuem forças telepáticas latentes em diversas graduações e que estes poderes podem ser treinados e desenvolvidos. Por outro lado, as pesquisas indicam que a telepatia não é um processo apenas intelectual. Muito pelo contrário uma racionalização excessiva pode inclusive prejudicar as transmissões que podem ser reforçadas e amplificadas pelas emoções envolvidas quase da mesma forma que fazemos com as ondas de rádio. Ao que parece, tudo depende de existir dentro de nós alguma coisa que corresponda ao pensamento a ser transmitido e que lhe sirva de impulso.

Fonte:http://www.mortesubita.org/psico/textos-de-psicologia-bizarra/telepatia-metricas-e-experimentos



sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

VEJA O DOCUMENTÁRIO DE MASARU EMOTO SOBRE O PODER DO PENSAMENTO SOBRE A ÁGUA


Este documentário mostra as experiências do cientista Japonês Masaru Emoto que provou que as emoções podem alterar as estruturas dos cristais de água. Depois de muitos anos de estudo sobre esse tema ele percebeu que a água tem o poder de copiar informações. 

Por meio da fotografia em alta velocidade, o Dr. Massaru Emoto descobriu que os cristais formados pela água congelada apresentam mudanças quando a eles se dirigem pensamentos específicos e concentrados.


Ele descobriu que a água de fontes limpas e a água exposta a palavras carinhosas criam cristais de padrões brilhantes, complexos e coloridos. A água poluída ou exposta a pensamentos negativos, por sua vez, forma padrões incompletos, assimétricos e de cores sem vida. Essa pesquisa cria uma nova perspectiva da nossa capacidade de influenciar positivamente a terra e a nossa saúde pessoal. 

A lição que o cientista tirou dos seus experimentos foi que as palavras boas têm efeito positivo no mundo que nos cerca, enquanto que as palavras negativas tem o poder de destruir.

“As palavras são uma expressão da alma. E as condições da alma provavelmente têm muito impacto sobre a água que compões até 70% do nosso corpo. Sem dúvida, esse impacto afetará, e muito, o nosso corpo. Geralmente as pessoas que gozam de boa saúde gozam também de boa disposição de espírito. Não é à toa que o espírito sadio vive mais confortavelmente num corpo sadio” concluiu Masaru Emoto.

Dando prosseguimento a essa experimentação, escreveu diversos livros que se tornaram best-sellers. HADO – Mensagens Ocultas da água já vendeu mais de 400.000 exemplares internacionalmente. Masaru Emoto é Doutor em Medicina Alternativa pela Open International University. 

Sinopse do Documentário “O Poder da Água”



Se você leu o livro ou assistiu ao filme QUEM SOMOS NÓS e ficou fascinado com os lindos cristais de água que se transforam ao serem expostos a estímulos como a palavra "amor" ou a música de Mozart, este DVD lhe dará as explicações que você precisa para deixar de sofrer e achar a verdadeira felicidade.

Se você quer deixar de sofrer...
Se você quer entender a essência da felicidade...
O que está esperando? A resposta está em você!

Neste DVD você conhecerá o Dr. Masaru Emoto, cujas pesquisas sobre cristais de água são descritas no livro e o filme QUEM SOMOS NÓS. Estas pesquisas estão revolucionando a ciência e podem transformar a sua vida.

Você sabia que todo o universo é feito de vibração?
Você sabia que a vibração dos pensamentos e as emoções mudam a estrutura da água?
Você sabia que o seu corpo é 70% água?
Se os pensamentos e emoções conseguem fazer isto com a água, imagine o que podem fazer com você!

Fonte das imagens: www.masaru-emoto.net

Clique a seguir para assistir ao documentário O Poder da Água.

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

O REIKI AGORA TEM EXPLICAÇÃO CIENTÍFICA



Seus praticantes acreditam nos efeitos benéficos da energia das mãos do terapeuta colocadas sobre o corpo do paciente contra doenças. Para entender as alterações biológicas do reiki, o psicobiólogo Ricardo Monezi testou o tratamento em camundongos com câncer. “O animal não tem elaboração psicológica, fé, crenças e a empatia pelo tratador. A partir da experimentação com eles, procuramos isolar o efeito placebo”, diz. Para a sua pesquisa na USP, Monezi escolheu o reiki entre todas as práticas de imposição de mãos por tratar-se da única sem conotação religiosa.

Ricardo Monezi testou o Reiki em ratos com câncer 
(Ilustração: Matheus Lopes)

No experimento, a equipe de pesquisadores dividiu 60 camundongos com tumores em três grupos. O grupo controle não recebeu nenhum tipo de tratamento; o grupo “controle-luva” recebeu imposição com um par de luvas preso a cabos de madeira; e o grupo “impostação” teve o tratamento tradicional sempre pelas mãos da mesma pessoa.


Imposição de mãos nos grupos "Controle-Luva" e "Impostação", 
respectivamente (imagens retiradas do mestrado de Monezi).

Depois de sacrificados, os animais foram avaliados quanto a sua resposta imunológica, ou seja, a capacidade do organismo de destruir tumores. Os resultados mostraram que, nos animais do grupo “impostação”, os glóbulos brancos e células imunológicas tinham dobrado sua capacidade de reconhecer e destruir as células cancerígenas.

“Não sabemos ainda distinguir se a energia que o reiki trabalha é magnética, elétrica ou eletromagnética. Os artigos descrevem- na como ‘energia sutil’, de natureza não esclarecida pela física atual”, diz Monezi. Segundo ele, essa energia produz ondas físicas, que liberam alguns hormônios capazes de ativar as células de defesa do corpo. A conclusão do estudo foi que, como não houve diferenças significativas nos os grupos que não receberam o reiki, as alterações fisiológicas do grupo que passou pelo tratamento não são decorrentes de efeito placebo.

A equipe de Monezi começou agora a analisar os efeitos do reiki em seres humanos. O estudo ainda não está completo, mas o psicobiólogo adianta que o primeiro grupo de 16 pessoas, apresenta resultados positivos. “Os resultados sugerem uma melhoria, por exemplo, na qualidade de vida e diminuição de sintomas de ansiedade e depressão”. O trabalho faz parte de sua tese de doutorado pela Universidade Federal do Estado de São Paulo (Unifesp).

E esses não são os únicos trabalhos desenvolvidos com as terapias complementares no Brasil. A psicobióloga Elisa Harumi, avalia o efeito do reiki em pacientes que passaram por quimioterapia; a doutora em acupuntura Flávia Freire constatou melhora de até 60% em pacientes com apnéia do sono tratados com as agulhas, ambas pela Unifesp. A quantidade pesquisas recentes sobre o assunto mostra que a ciência está cada vez mais interessada no mecanismo e efeitos das terapias alternativas.

Para acessar os trabalhos científicos de Ricardo Monezi clique no link abaixo:

Título: Avaliação de efeitos da prática de impostação de mãos sobre os sistemas hematológico e imunológico de camundongos machos:
 http://www.amebrasil.org.br/html/Disserta__o_de_Mestrado___Oliveira_RMJ.pdf

Título: Efeitos da Prática Reiki Sobre Aspectos Psicofisiológicos e de Qualidade de Vida de Idosos com Sintomas de Estresse: Estudo Placebo e Randomizado.
http://www.fisioanimal.com/wp-content/uploads/2014/06/Doutorado-Reiki-Qualidade-de-vida-e-estresse.pdf

Para acessar o trabalho científico de Pedro Mourão Roxo da Motta, Nelson Filice de Barros clique no link abaixo:

Título: A aplicação de técnicas de imposição de mãos noestresse-ansiedade: revisão sistemática da literatura:
http://www.cadernosdeterapiaocupacional.ufscar.br/index.php/cadernos/article/viewFile/1147/618



Fonte: http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI152042-17770,00-ACUPUNTURA+E+REIKI+AGORA+TEM+EXPLICACAO+CIENTIFICA.html



segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

BENEFÍCIOS DA PRÁTICA DA MEDITAÇÃO MINDFULNESS



A prática de meditação surgiu no oriente. Ela chegou ao ocidente a partir do século 20, quando ficou conhecida como uma técnica comportamental para a promoção do bem-estar. O desenvolvimento das novas tecnologias de monitoramento cerebral possibilitou a observação não intrusiva nos seus adeptos durante sua prática. Desmistificando a técnica e deixando de ser um fenômeno religioso. 

A Meditação Mind Fullness ou atenção plena, alcançou visibilidade a partir de trabalhos científicos realizados que comprovaram a sua eficácia no auxílio de doenças relacionadas ao estresse. Ela foi desenvolvida por Kabat-Zinn como base de um programa chamado “Redução do estresse com base na mindfulness”. Esse programa combina as técnicas dos movimentos de alongamento suaves da Hatha Yoga e a Meditação Mind Fullness em um período de 08 a 10 semanas. O objetivo principal dessa prática é tornar o seu praticante mais atento aos seus próprios pensamentos, por meio do treino da atenção e busca de inibição de julgamentos através da técnica da observação. Em outras palavras prestar atenção de forma particular, com um propósito e sem julgamentos.   

Ela inclui três formas específicas de desenvolvimento da atenção: o foco na respiração; sondagem corporal; mudança da atenção para diferentes modalidades dos sentidos. Elas podem ser utilizadas de forma combinada ou separadamente. Alguns autores sugerem que a técnica de sondagem corporal é a mais apropriada ao praticante que não tenha ainda experiência com as demais técnicas.

Em relação ao foco da atenção na respiração, ele não deve ser feito de maneira forçada e sim natural, com gentileza e sem autocrítica. O praticante deve observar o movimento de inspiração e expiração do ar pelas narinas e a expansão e contração do diafragma. Se ocorrer do praticante se distrair e tirar o foco da respiração, ele não deve se preocupar com isso, é só voltar sem esforço para a observação da respiração novamente.

Essa prática promove um relaxamento psicofisiológico ao permitir ao indivíduo focar no hoje, sem expectativas futuras e lembranças do passado. Ele deve se concentrar no momento presente consciente dos estímulos externos que o cercam, como a temperatura, luminosidade e sons. E os processos internos como o fluxo da sua respiração e pensamentos.

Ao invés de se investigar a compreensão dos blocos de pensamentos que lhe são mais frequentes durante o dia, como é feito nas abordagens cognitivas atuais. A Meditação Mindfullness investiga como esse sujeito se relaciona com esses pensamentos. Seu objetivo é a observação sem julgamentos da constante mudança dos estímulos do ambiente e do próprio organismo do praticante.



Na Inglaterra, desde 2004, o seu sistema nacional de saúde (National Health Service) tem apoiado o uso da Meditação Mindfullness associado à psicoterapia como prática segura e eficaz no tratamento da depressão. 

No Brasil, estudos da área de saúde têm apontado que a participação dos trabalhadores em programas de meditação pode melhorar a forma como os mesmos lidam com as situações estressantes do seu dia a dia, favorecendo a qualidade de vida associada ao trabalho.


COMO PRATICAR A MEDITAÇÃO MINDFULNESS


Alguns cuidados e orientações são importantes para quem pretende iniciar e manter uma prática meditativa.

  • De preferência, encontrar um lugar silencioso e com pouca ou nenhuma distração. Plugues de proteção sonora para os ouvidos podem ser utilizados em locais mais barulhentos. 
  • Reservar tempo e espaço na agenda diária para a prática meditativa. Independentemente do tempo que se pretende praticar naquela sessão (5, 10, 15, 30 minutos, etc.), é recomendado o uso de um despertador que marque o fim da sessão, para que o praticante evite ficar preocupado em olhar o relógio durante a prática.
  • Usar roupas confortáveis e adequadas para a temperatura do local. Deve-se lembrar que a temperatura corporal pode cair levemente durante a prática meditativa. Assim, o uso de um cobertor leve pode prevenir eventuais desconfortos. 
  • Sentar ou deitar em posição que permita pouco ou nenhum desconforto durante o tempo de prática. O uso de colchonetes, travesseiros ou almofadas é recomendado. O pescoço deve estar em posição neutra e confortável. A coluna deve estar ereta quando sentado, com ombros alinhados e mãos apoiadas nas pernas para evitar desconforto na cintura escapular.
  • Os olhos podem estar fechados ou abertos. Quando abertos, devem ficar relaxados, sem focagem específica. 
  • Evitar refeições copiosas ou jejum muito prolongado antes das práticas. 
  • Meditar por períodos menores no começo (5-10 minutos), aumentando o tempo da prática progressivamente, conforme possibilidades e necessidades de cada um.
  • Ser persistente e regular com as práticas meditativas. Melhores benefícios e progressos virão com a prática diária e regular. 
  • Meditar em grupos e/ou ter um instrutor qualificado pode ajudar na adesão e manutenção das práticas. O uso de meditações audioguiadas também pode ajudar.
  • Escolher técnicas e tipos de meditação que melhor se adaptem às necessidades e preferências de cada um.
  • Ter em mente que algum desconforto, nas costas ou nas pernas, por exemplo, pode ocorrer no começo em iniciantes. Tentar achar uma posição mais confortável pode ajudar nesses casos. 
  • Ter em mente que as práticas meditativas podem eventualmente trazer à tona estressores ou traumas preexistentes e/ou reprimidos. O apoio de um instrutor qualificado e/ou de um profissional da saúde é importante nessas situações.


MEDITAÇÃO COM FOCO NA RESPIRAÇÃO



A seguir, será apresentada uma técnica meditativa do tipo Mindfulness que utiliza como âncora a própria respiração. É segura e de simples aplicação para a população geral e para pacientes. Tendo como base os cuidados e orientações explicitados anteriormente, devem ser respeitados os seguintes passos:

  • Adotando uma posição confortável, sentado ou deitado, deve-se deixar o corpo se estabilizar na posição. Pode-se fazer uma ou duas respirações mais profundas para trazer a atenção para o corpo, como também começar lentamente a observar as sensações no corpo naquele momento (contato do corpo com o chão ou cadeira, temperatura da pele, possíveis desconfortos, etc.). 
  • Gradualmente, começa-se a trazer a atenção e a observação para os movimentos do corpo durante a respiração, como, por exemplo, os movimentos do tórax e do abdome na inspiração e expiração do ar, ou, ainda, a sensação do ar entrando e saindo pelas narinas durante a respiração. É importante seguir o fluxo natural da respiração, sem tentar alterá-lo, apenas observando-o. 
  • Deve-se manter, então, a observação da respiração como âncora da atenção e da mente no momento presente, momento a momento, a cada respiração. 
  • Eventualmente, se alguma distração, pensamento, sensação ou preocupação vier à tona, deve-se gentil e simplesmente apenas perceber e deixar passar, sem se prender ou julgar, voltando novamente a observação para a respiração. 
  • Antes de encerrar a sessão, a atenção e a observação são trazidas novamente para as sensações em todo o corpo naquele momento, e, lenta e gradualmente, termina-se a prática.




terça-feira, 15 de setembro de 2015

ASSISTA AO DOCUMENTÁRIO "A CIÊNCIA DOS MILAGRES" DO AUTOR BEST SELLER GREGG BRADEN

Gregg Braden

DVD "A Ciência dos Milagres"
"The Science of Miracles"

No Documentário “A Ciência dos Milagres” de Gregg Braden, você vai descobrir revelações de abalar paradigmas que demonstram por que não estamos limitados pelas leis da física e da biologia como as conhecemos hoje, e por que o nosso DNA é um código que podemos mudar por opção!

As implicações dessas descobertas são vastas e poderosa, e para alguns, transformador. Elas nos mostram, que podemos reverter a doença, redefinir o envelhecimento, criar a paz entre as nações, e até mesmo alterar a nossa própria realidade através do poder concentrado da fé e emoção que sentimos em nosso coração. São essas capacidades aparentemente miraculosas que criam uma vida mais positiva e que constroem a realidade do nosso mundo. Elas são todas baseadas no mesmo princípio!





Sobre Gregg Braden

Gregg Braden é um autor reconhecido internacionalmente como um pioneiro na ponte da ciência, espiritualidade, e o mundo real. Seus livros configuram na lista de Best Seller do renomado jornal americano New York Times. Gregg Branden teve uma carreira bem sucedida como geólogo de computador, trabalhando para a Phillips Petroleum durante a crise energética de 1970, e como designer de sistemas de computador na Martin Marietta Sistemas durante os últimos anos da Guerra Fria. Em 1991, ele se tornou o primeiro gerente de operações técnicas da Cisco Systems.

Por mais de 27 anos, Gregg tem explorado aldeias montanhosas remotas, mosteiros e textos esquecidos para mesclar seus segredos intemporais. Suas descobertas são compartilhadas em 33 países e 38 línguas através de livros que inspira um novo paradigma como: O Código de Deus, A Matrix Divina, Fractal Tempo, Verdade Profunda, e seu mais recente, The Turning Point. 

Em 2007 o seu best-seller, A Matrix Divina, foi selecionada como fonte de pesquisa para a série de TV, "Entanglement", e agora é um livro-texto para cursos de nível universitário explorando novas descobertas da ciência e da nossa relação com o mundo. 

Gregg é um membro ativo de várias organizações de liderança, incluindo a Liderança Evolucionária “think tank”, fundada por Deepak Chopra em 2008. Gregg Braden recebeu inúmeros prêmios em reconhecimento dos seus conhecimentos e inovação, é candidato 2015-2020 para o prestigiado Prêmio Templeton .

A obra de Gregg foi compartilhada em todos os continentes do mundo e, nos últimos anos, ele apresentou seus seminários e treinamentos para as empresas Fortune 500, os Militares dos EUA, Negócios Internacionais e agora é destaque na mídia em especiais no History Channel, Discovery Channel, National Geographic, ABC e NBC.

Assista ao documentário clicando abaixo:



quarta-feira, 22 de abril de 2015

CROMOTERAPIA: O LUMINOSO UNIVERSO DAS CORES


 A postagem que estou fazendo hoje fala sobre a cromoterapia “o luminoso universo das cores”. Você acredita que a luz emanada por uma lâmpada colorida pode influenciar positivamente na cura de uma enfermidade? Creio que muitas pessoas podem até duvidar disso, mas tenho certeza que todas gostariam que fosse verdade. Então, porque você não testa?

Vou te contar a minha experiência pessoal com a cromoterapia. Certo dia, quando retornava da universidade, a minha moto derrapou numa poça de óleo derramada no asfalto, me desequilibrei e cai para o lado batendo o braço no chão. Levantei-me em seguida e continuei o meu caminho de volta para casa, algumas horas depois o meu braço inchou e comecei a senti muita dor. 


De imediato fui ao hospital e bati um Raio X. O médico que me atendeu disse que o meu osso tinha fraturado e por este motivo teria que colocar um gesso para imobilizá-lo. Saí do hospital com o meu pai dirigindo o carro para mim e preocupado com todas as coisas que tinha para fazer e que agora teria que adiar.


Quando cheguei em casa, recordei da leitura de um livro que tinha feito chamado “Manual das Energias Curativas”, onde ensinava como utilizar a cromoterapia “terapia das cores” para acelerar a cura de uma fratura com a aplicação da luz verde. Então, todos os dias, antes de dormir eu praticava a meditação me concentrando no fluxo da minha respiração e acendia uma luz verde direto no meu braço enfermo. Esses exercícios me deixava tão relaxado que logo em seguida adormecia e acordava na mesma posição que deitei com o corpo virado para cima. Eu tinha a sensação que assim que fechava os olhos depois de alguns minutos eu abria e já era um novo dia, acordava com bastante disposição.


Passado um mês do ocorrido, voltei ao médico para retirar o gesso, estava contando os dias para esse momento chegar, pois já não aguentava mais viver com aquele peso no braço e todas as restrições de quem fica imobilizado. Entrei no consultório e o médico depois de me examinar disse que eu iria retirar o gesso apenas para bater um novo Raio X, mas que colocaria um novo porque não tinha dado tempo do osso colar. Essa notícia caiu como um balde de água fria em mim.


Triste, porém conformado, fiz os dois procedimentos e voltei em sua sala. Assim que entrei pela porta notei o médico surpreso olhando fixamente o resultado do meu Raio X. Então, ele me disse:  você não precisa mais colocar um novo gesso porque o seu osso já está totalmente colado. E complementou a informação dizendo que isso não era normal acontecer em tão pouco tempo, mais que o exame estava mostrando claramente o resultado positivo.


Eu atribuo à rapidez da minha melhora a utilização da cromoterapia. Hoje ela é uma ciência reconhecida aplicada inclusive nos Centros de Práticas Integrativas e Complementares em Saúde espalhados pelo Brasil financiado pelo SUS. 


A seguir eu reuni informações importantes sobre a cromoterapia para você que quer testar os seus efeitos na saúde assim como eu fiz.

Um grande abraço, Luciano Medeiros.

Autor do site Mentalização.






PESQUISAS CIENTÍFICAS QUE EMBASAM A CROMOTERAPIA

A cromoterapia pode ser definida como o uso das cores visando o tratamento de distúrbios orgânicos e emocionais. O entendimento de que existe uma relação entre as cores (luz) e a vida é antiga. Essa prática foi utilizada pelos povos do antigo Egito, nos templos de Heliópolis, na China e na Índia. Grandes nomes da história fizeram uso da cromoterapia e pesquisaram seus efeitos, como o Médico e botânico Paracelso, que desenvolveu métodos terapêuticos de uso da cor. No século XVIII, Isaac Newton, foi o primeiro a explicar cientificamente o processo das cores e a sua decomposição em comprimento de ondas diferenciada.

Experimentos científicos realizados no passado já comprovaram a influencia das cores no bem estar físico e emocional do ser humano. Em 1810 Goethe estudou os efeitos das cores sobre a psique humana, a sua obra foi batizada como o “estudo sobre a teoria das cores”. Em 1903, o professor Nilo Finsen, recebeu o prêmio Nobel da Medicina pelos seus trabalhos sobre os efeitos da luz e cores, seus experimentos comprovaram que as cores são forças autônomas e não podem ser confundidas com forças sugestivas. Quando bem utilizadas às cores pode contribuir para a melhoria da saúde, bem-estar e alegria de viver. Em 1993 o cientista indiano D. P. Ghadiali editou uma obra sobre a cromoterapia, explicando cientificamente os efeitos positivos das diferentes cores no organismo.


Na atualidade a cromoterapia tem sido cada vez mais aceita e aplicada por muitos profissionais da área de saúde como prática integrativa devido aos seus efeitos benéficos acrescentados ao tratamento convencional. Uma nova medicina tem surgido nos últimos anos, valorizando tudo o que é científico, moderno e tecnológico mais também os aspectos biopsicossocial, espiritual e ecológico do ser humano. Esta terapia vista como holística se baseia no fato que o âmbito físico, mental e emocional estão inter-relacionados e são responsáveis pela saúde ou doença. As cores são forças solares sutis, que carregam em si energias que ativam e harmonizam as forças curativas do organismo. A sua irradiação é absorvida pelo corpo, mente e alma, estimulando a auto cura.


Já se sabe que as cores contem tanta energia que pode influenciar o ritmo respiratório e a pressão sanguínea de alguém. A cromoterapia é a ciência moderna que estuda essa relação. Você pode utilizar as energias terapêuticas das cores de várias formas, começando pela sua casa. Para dormir melhor você poderia utilizar o verde-suave para seu quarto. A cor vibrante e alegre do vermelho é melhor para lugares onde haja movimento. O amarelo que inspira a luz do sol seria perfeito para um quarto de estudo ou trabalho.

COMO UTILIZAR A CROMOTERAPIA



Para começar a utilizar a cromoterapia o primeiro passo é escolher a cor que deseja trabalhar. Consulte os quadros 01 e 02 abaixo para saber o tempo e a ação curativa de cada cor. Depois pegue uma lâmpada colorida ou uma folha de papel transparente que receba a projeção de uma lâmpada. Tire os sapatos e meias e sente-se no chão com as pernas estendidas, coloque a lâmpada a uns 50 cm de distância dos pés e dirija o raio de luz para o centro da planta de um dos pés. É por esse ponto que a energia colorida entra no corpo. Depois siga o mesmo procedimento para o outro pé. O quadro a seguir mostra o tempo necessário para cada cor produzir efeito curativo no organismo:

Quadro 01: Efeito curativo das cores vermelho, laranja, amarelo e verde.
Vermelho
7 minutos
Laranja
10 minutos
Amarelo
12 minutos
Verde
15 minutos
Energiza, melhora a circulação, aumenta a pressão sanguínea. Use-a para ciática. Não a use se for hipertenso.
Ajuda a digestão e melhora o metabolismo. Boa para reumatismo, cãibras, espasmos e asma.
Estimula o sistema nervoso, o fígado, o pâncreas e os rins. Use-a para tratar constipação  e artrite.
Produz equilíbrio físico e mental e é excelente para o estresse. Use conforme orientações para não estimular demasiadamente o coração.
Fonte: Adaptado de Soskin (2002).

Quadro 01: Efeito curativo das cores turquesa, azul e violeta.
Turquesa
15 minutos
Azul
15 minutos
Violeta
15 minutos
Refrescante e repousante fortalece os sistemas nervoso e imunológico. Abranda inflamações e eczemas.
Excelente cor curativa para todas as situações. Reduz a pressão sanguínea e promove o crescimento saudável de células e tecidos.
Melhora a estabilidade mental, ajuda a purificar o corpo e eleva a autoestima. Excelente também no tratamento de choques.
Fonte: Adaptado de Soskin (2002).

 A cromoterapia tem o poder de expandir a consciência agindo em nível emocional de forma a acalmar e estimular. As energias curativas das cores podem ser assimiladas pelo corpo de várias formas. Podem-se irradiar as cores pelas roupas que usamos, alimentos que ingerimos e pela respiração durante a meditação imaginando suas tonalidades. Outra forma de utilização é colocando um copo de água mineral cerca de 20 minutos sob a Lâmpada da cor que estamos precisando e depois ingerir a água. Também é recomendada a utilização de óculos coloridos, olhar durante 15 minutos através deles é o suficiente para conseguir um efeito de cura.




INDICAÇÃO E CONTRAINDICAÇÃO DO USO
DAS SETE CORES DO ARCO-ÍRIS


Quadro 03 – Indicação e contraindicação do uso das sete cores do arco-íris.
CORES
INDICAÇÃO
CONTRAINDICAÇÃO
Vermelho
Esta cor também é eficaz nas inflamações, doenças de pele, pressão baixa, tosse crônica, asma, doenças na laringe, mas também nas inflamações da bexiga, perturbações gástricas, impotência e frigidez.
Não deve ser usado em casos de perturbações nervosas, pressão alta, crises de febre ou inchações.
Laranja
Tem ação sobre a vitalidade física e sexual, confere otimismo, calor humano, fortalece a corrente linfática e ajuda o corpo a fixar o cálcio. É também significativo o efeito anti-espasmódico em convulsões ou tensões, causadas por stress. A cor laranja age sobre a fraqueza renal, prisão de ventre, glândulas, fortalece o tecido pulmonar. O cansaço ao levantar pode ser melhorado com uma rápida aplicação de raios laranja.
Não deve ser usado em caso de nervosismo, ansiedade ou em excesso de energia.
Amarelo
Estimula o sistema nervoso central, as funções digestivas, ajuda o metabolismo do fígado (este geralmente é responsável pela celulite e acne), fortalece o tônus muscular, o estômago e estimula a linfa. Fortalece o sistema glandular, transforma os males crônicos em agudos e é indicado em doenças do fígado, bexiga, rins e estômago. Ademais, tem ação terapêutica em alergias a alimentos, flatulência, carência de açúcar no sangue, cálculos renais, espasmos e dificuldades respiratórias.
Não deve ser usado em pessoas nervosas e agitadas.
Verde
O verde tem sido eficaz cm problemas de nervos, gota, catarro brônquico e coqueluche. É bom para a formação óssea, fortalece e regenera a pele e é eficaz contra seborréia e acne. O verde ameniza dores cardíacas, pressão alta, cansaço e fadiga. Também
é usado em casos de tumores, abcessos, cistos e doenças dos olhos. Perturbações do sono também são beneficiados com a cor verde.
Não há contraindicações no uso da cor verde.
Azul
Todas as doenças "febris" exigem luz azul. Atua em processos purulentos, em dores, em hemorragias e insônia (colocar um abajur com luz azul no criado-mudo). Age sobre os testículos e ovários e é indicado nos casos de impotência e frigidez. É a cor do climatério. Com a luz azul também se trata hipertireoidismo, dor de garganta, febre, hipertensão, inflamações, queimaduras, infecções dermatológicas, eczemas, úlceras, gastrite, cólicas, dores nas costas, hemorróidas, otites, gengivites. Influencia favoravelmente as supra-renais e tem efeito constritivo.
Não é recomendado em distensões musculares, paralisia, má circulação. A aplicação da luz azul não deve durar mais do que trinta minutos, pois pode provocar cansaço.
Índigo
Doenças dos olhos, ouvidos e nariz são beneficiadas com as vibrações desta cor. Também tem influência positiva em diarreias e problemas intestinais, todos os tipos de dores e fadiga mental.
Não é recomendado em casos de esquizofrenia, medo de contatos corporais ou fortes inibições.
Violeta
Depressão, enxaquecas, queda de cabelo e caspa. Tem efeito benéfico sobre o pâncreas e estimula as glândulas linfáticas. Esta cor tem ação calmante sobre o coração, amenizando sensações de medo e estados de irritação.
Não é recomendado para pessoas pouco desenvolvidas, imaturas ou violentas. Isto vale para o nível físico, assim como para o nível espiritual.
Fonte: Adaptado de Waltraud (1997).

Texto: Luciano Medeiros (Autor do Site Mentalização)
Publicado originalmente em: http://www.mentalizacao.com.br/2015/04/cromoterapia-o-luminoso-universo-das.html