Mentalização (Auto-Hipnose): Limpeza dos Pensamentos Negativos

sábado, 29 de outubro de 2016

RHONDA BYRNE LANÇA SEU NOVO LIVRO “COMO O SEGREDO MUDOU MINHA VIDA”.



Na última década, o livro O Segredo se tornou um fenômeno mundial, impactando milhões de leitores em todo o planeta. Agora, pela primeira vez, Rhonda Byrne apresenta uma compilação dos mais inspiradores relatos que recebeu ao longo dos anos sobre o poder de suas palavras. 

O livro “Como o Segredo mudou minha vida” conta histórias de pessoas comuns que conseguiram transformar suas finanças, seus relacionamentos, sua relação com a família e sua carreira ao aplicar os ensinamentos de O Segredo – e mostra como você também pode mudar sua vida para melhor utilizando a mais poderosa lei do Universo.

Desde a primeira publicação de O Segredo uma década atrás, o livro da autora Rhonda Byrne tem feito com que milhares de pessoas compartilhassem histórias reais de como sua vida milagrosamente mudou para melhor.



O livro “Como o Segredo Mudou Minha Vida” apresenta uma seleção de histórias comoventes e inspiradoras. Cada história fornece uma autêntica ilustração, da vida real da via que leva ao sucesso em todas as áreas da vida: dinheiro, saúde, relacionamentos, amor, família e carreira. O livro mostra mais uma vez que ninguém está excluído de viver a vida de seus sonhos, ele contém histórias reais de pessoas reais. Na verdade, o primeiro livro da autora mudou muitas vidas em todo o mundo. E este livro é a prova disso. 


Sobre Rhonda Byrne

Rhonda nasceu na Austrália e começou sua carreira como produtora de rádio antes de passar para a produção de televisão. Em 2006, seu trabalho tomou um rumo muito diferente quando ela lançou o filme “O Segredo” (The Secret), visto por milhões de pessoas em todo o planeta. Depois lançou o livro “O segredo”, que virou um best-seller mundial disponível em 50 idiomas com mais de 20 milhões de cópias impressas.

Desde o seu lançamento em Novembro de 2006, o livro “O Segredo” manteve-se na lista dos bestsellers do Jornal New York Times durante 190 semanas, estando entre os 20 livros mais vendidos dos Estados Unidos nos últimos 15 anos. 

Em janeiro de 2007, Rhonda apareceu no Programa de TV Oprah Winfrey Show, com quatro professores do filme o segredo. Em maio de 2007, a autora foi reconhecida como uma das pessoas mais influentes do mundo na revista Time, "The Time 100: As pessoas que moldam o nosso mundo", e logo depois apareceu na lista da Forbes "The Celebrity 100".

Em 2010, Rhonda Byrne continuou seu trabalho com o livro O Poder, o segundo livro da série do livro “O Segredo”, que imediatamente se tornou outro bestseller do New York Times. O poder está agora disponível em 43 idiomas. O terceiro livro da série foi “A magia” (The Magic), lançado em 2012, e seu último livro, herói (The Hero), o quarto da série o segredo, foi lançado em 2013.

Para comprar o livro acesse o site da livraria Saraiva: http://www.saraiva.com.br/como-o-segredo-mudou-minha-vida-pessoas-reais-historias-reais-9387185.html

Visite o site oficial da autora Rhonda Byrne para saber mais sobre seus projetos atuais. Link: http://www.rhondabyrne.com/




sábado, 15 de outubro de 2016

DOCUMENTÁRIO I AM - VOCÊ TEM O PODER DE MUDAR O MUNDO


Esse surpreendente documentário expande nossa mente para problemas essenciais. Criado pelo premiado diretor de filmes de comédia ganhador de vários Oscars que fez filmes famosos como “O Mentiroso“, “O Professor Aloprado“, “O Todo-Poderoso” e “Ace Ventura: Um Detetive Diferente“.

I AM é a história de Tom Shadyac, um diretor de sucesso em Hollywood, que após um perigoso ferimento na cabeça  experimenta uma jornada para tentar descobrir e responder duas questões bem básicas:

“O que está errado no mundo?”

“Que podemos fazer sobre isso?”

Com uma equipe de quatro pessoas, Tom visita algumas das grandes mentes dos dias de hoje, incluindo escritores, poetas, professores líderes religiosos e cientistas (Howard Zinn, Lynn McTaggart, Desmond Tutu,Thom Harmann, Coleman Barks e outros), buscando descobrir o fundamental problema endêmico que causa todos os outros problemas, refletindo simultaneamente em suas próprias escolhas de excesso, ambição e possível cura. E se a solução para os problemas do mundo estivesse bem na nossa frente o tempo todo?

Esse filme irá lhe ajudar a reposicionar o sentido de sua vida, o sentido da vida é competir ou cooperar? Não deixem de assistir.


segunda-feira, 10 de outubro de 2016

ASSISTA AO DOCUMENTÁRIO “A BIOLOGIA DA CRENÇA” DE BRUCE LIPTON



Todos nós de alguma forma "sabemos" que a conexão mente / corpo é fundamental para a saúde real. Você está cansado de tentar encontrar as palavras que descrevem como a mente e o corpo estão relacionados, e por que seus relacionamentos são importantes para a boa saúde? Um renascimento da biologia celular levou a uma nova compreensão dos mecanismos da conexão mente corpo!

Neste documentário o cientista Bruce H. Lipton, Ph.D., introduz uma mudança de paradigma tão esperada nas ciências biomédicas. A nova ciência vai inspirar seu espírito, envolver a sua mente e desafiar a sua criatividade como você compreender o enorme potencial real para aplicar essa informação na sua vida e na sua profissão.



Gravado no "What the Bleep Do We Know" Conference em Scottsdale, AZ, outubro de 2005. Tempo de execução: 75 minutos.

Sobre Bruce Lipton

Dr. Bruce H. Lipton, é biólogo celular, ensinou na Faculdade de Medicina da Universidade de Wisconsin. Depois de vários anos de ensino, ele se tornou um pioneiro do estudo científico da biologia celular na Escola de Medicina da Universidade de Stanford. Seus experimentos, juntamente com outros líderes no campo da biologia, tem cuidadosamente examinado os mecanismos pelos quais as células recebem e processam informação.

Os resultados destes estudos têm mudado radicalmente a compreensão de como a vida se processa, através de duas novas correntes científicas, transdução e epigenética. Seu trabalho mostra que os genes e o DNA não controlam nossa biologia, conforme enunciado determinismo genético da Escola Darwinista ou herança, mas que os genes e o DNA são controlados por sinais externos, incluindo as mensagens energéticas que emanam de nossos pensamentos positivo e negativo.

Este novo conceito unifica a biologia celular com a física quântica, para nos mostrar que o nosso corpo pode mudar se mudarmos o nosso pensamento. Estas novas ciências, transdução, epigenética, sugerem que os estímulos de energia que recebemos do ambiente, determinar a nossa qualidade de vida.


”O ambiente é a energia universal. Ele varia de sol, planetas, ou a astrologia, aos nossos próprios pensamentos. Nosso corpo é energia, pensamentos são energia. Toda essa energia afeta nossa biologia, obviamente, alguns diretamente e outros indiretamente.” Bruce Lipton.

domingo, 9 de outubro de 2016

MORRE AOS 75 ANOS O AUTOR BEST-SELLER WAYNE DYER



Dr. Wayne W. Dyer, o best-seller guru de autoajuda e autor de 30 livros, morreu no dia 29 de agosto de 2015, no Condado de Maui, Havaí, EUA aos 75 anos.

A postagem na sua página do Facebook dizia: "Wayne deixou seu corpo, vindo a falecer durante a noite. Ele sempre disse que não podia esperar para esta próxima aventura começar e que não tinha medo de morrer”. A postagem foi assinada por sua família. Dentro de uma hora, tinha sido compartilhada mais de 32.000 vezes. Dyer morreu no sábado à noite em Maui, Hawaii, segundo Reid Tracy, presidente-executivo da editora de Dyer, Hay House, disse à NBC News.

Na terça-feira, uma declaração na página do Facebook do Dyer disse que a causa de sua morte foi um ataque cardíaco. Dyer foi diagnosticado com leucemia há vários anos. Em uma entrevista postada para theKPBS-TV, San Diego, o site em 2012 após o diagnóstico de leucemia, Dyer disse que ele tinha começado a olhar para a doença como "apenas uma maneira do corpo responder a, talvez, traumas psicológicos, você sabe, relacionamentos que falharam no passado, ou o que seja, e que o corpo apenas sabe o que está fazendo - e o corpo é perfeito ".

Na terça-feira, uma declaração feita em sua página do Facebook disse que o relatório do legista indicou "não tinha um traço de leucemia em seu corpo". "Para vocês que têm escutado as suas palestras ou lidos seus livros recentes, você sabe que ele foi diagnosticado com leucemia, mas sentia que era capaz de eliminá-la do seu corpo e este relatório confirma o que ele já sabia", dizia a declaração.



Durante anos, Dyer era um convidado regular do talk show de Oprah Winfrey, a própria Winfrey fez muitas entrevistas e documentários com ele. A rede NBC começou a twittar uma série de entrevistas com Dyer começando por conta de sua espiritualidade e da religião.

No domingo, Winfrey twittou: "Foi sempre um prazer falar com @DrWayneWDyer sobre grandes questões da vida. Ele sempre teve grandes respostas RIP Wayne Você trouxe a Luz...."



Deepak Chopra twittou: "Angústia profunda a súbita passagem de vida do meu amigo @DrWayneWDyer eu o vi 2 semanas atrás no Chopra Center de bom humor.".

Outro guru de auto-ajuda, Tony Robbins, twittou na noite de domingo: "Wayne Dyer faleceu hoje, para aqueles de nós que o amavam é triste, mas sabia que a morte era uma transição. Enviamos amor para sua próxima aventura..."

Na página do Facebook de Dyer no domingo ainda tinha um anúncio de um seminário, programado para outubro e apelidado de "A Terra Santa e Beyond: Uma Viagem Espiritual da auto-descoberta."

Um nativo de Detroit disse: (Dyer tinha vivido em Maui)

Dyer era um orientador em uma escola secundária em Detroit e passou a executar uma prática de terapia privada bem sucedida, mas suas palestras motivacionais e de auto-ajuda da Universidade de St. John, onde ele era um professor, atraiu estudantes para além dos inscritos, de acordo com uma biografia na página Goodreads de Dyer. Um agente literário convenceu-o a empacotar suas idéias em forma de livro, resultando em seu primeiro livro, seus pontos fracos, em 1976.

Dyer, eventualmente, deixou o emprego de lecionar e começou a excursionar nos EUA para promover seu livro, ele vendia cópias "estocadas na parte  traseira de sua caminhonete," de acordo com Michael Korda. Sobre o livro, Korda disse, entrou na lista de best-sellers "antes das editoras notarem o que estava acontecendo."

Dyer pode ter vivido no Havaí, mas ele nunca esqueceu suas raízes de Detroit. Ele era um doador de milhões de dólares para Wayne State University da cidade, que institui um fundo de bolsa de estudos na faculdade onde obteve três graus, incluindo um doutorado em aconselhamento. Ele ajudou a levantar mais de US $100 milhões para a radiodifusão pública, incluindo a estação de radiodifusão pública local, com especialidades motivacionais que funcionaram durante anos. "Como pioneira no gênero que agora se referem como programação de autoajuda”, ele se contectava profundamente com as audiências de televisão pública que partilham a sua missão para a melhoria pessoal,” rico Homberg, presidente e CEO da Detroit Public Television, disse no domingo "Para milhões e milhões de pessoas, foi um marco de compreensão e auto-consciência e confiança", disse Homberg. "Ele sempre me fez sentir tão genuíno, e tão real, e ele foi tão longe para ajudar as pessoas a entender."

Ele nasceu Wayne Walter Dyer, em Detroit, e cresceu em uma série de lares adotivos. Seu pai era um alcoólatra que deixou a família quando Dyer tinha 3 anos. Na década de 1960, ele ensinou estudos sociais em Detroit Pershing High School, e, em seguida, foi conselheiro por dois anos no início dos anos 70 “Escola Católica para meninas Mercy” no segundo grau em Farmington Hills. No Mercy, ele também era instrutor de educação de motorista. Ele não só ensinar os alunos a dirigir, mas ele também ensinou várias das freiras Misericórdia, disse Cheryl Kreger, presidente da escola.

Quando Kreger o chamou há alguns meses para lhe agradecer por uma doação recente, Dyer disse que ficaria feliz em ser incluídos em uma campanha de mobilização de capital para a escola. "Use o meu nome. Use uma foto minha. O que quer que você quer para promover Mercy", Kreger disse Dyer disse a ela.


 Fonte: http://www.usatoday.com/story/life/people/2015/08/30/wayne-dyer-obituary/71435806/

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

LANÇAMENTO DO PROGRAMA DE HIPNOTERAPIA EM GRUPO EM JOÃO PESSOA



No próximo dia 13 de agosto, será realizada a palestra "Benefícios da Hipnose Clínica Condicionativa para a Saúde Física e Mental" no espaço Espaço Ser Infinito Yoga e Terapias em Tambaú. Na ocasião será lançando o programa de "Relaxamento e Condicionamento Mental" na modalidade de Hipnoterapia em Grupo. 

Este programa tem como objetivo melhorar a QUALIDADE DE VIDA, SAÚDE FÍSICA E MENTAL dos participantes através da utilização de técnicas de relaxamento profundo e condicionamentos mental, utilizando a hipnose clínica condicionativa como ponte.

COMO FUNCIONA:

Com todos os participantes deitados é colocada uma música de fundo, e através da voz do profissional o grupo será conduzido a um estado de relaxamento profundo, onde ficarão mais receptivos aos novos condicionamentos. Serão utilizadas diferentes técnicas de progressão mental, energização e projeção.

CONDICIONAMENTOS TRABALHADOS DURANTE AS SESSÕES:

Motivação para a vida e o trabalho;
Aumento da  autoestima; 
Auto aceitação;
Controle da ansiedade e estresse;
Desbloqueio de traumas (fobias, síndrome de pânico, etc.)
Bem estar físico e emocional;
A prática do perdão;
Fortalecimento da memória;
Qualidade do sono;
Superação da depressão.

SOBRE O PROGRAMA:

O programa é composto de 05 sessões, cada sessão terá  a duração de 02 horas, sendo uma vez por semana. O grupo será formado por no máximo 10 participantes. As sessões serão conduzidas pelos hipnólogos Luciano Medeiros e Nalícia Inez Negrão Bueno, ambos formados pelo Instituto Brasileiro de Hipnologia e Membros da Sociedade Ibero Americana de Hipnose Condicionativa.

Valor das 05 sessões: R$ 500,00  (Quinhentos reais) parcelado em até 06 x s/ juros no cartão de crédito (10% de desconto para pagamento  a vista). 

Local: Espaço Ser Infinito Yoga e Terapias - Av. Navegantes, nº 104 – Sl 602, Tambaú, Empresarial Di’Láscio (ao lado do mercado de artesanato), João Pessoa-PB. 

Palestra Inaugural aberta ao público: Dia 13/08/16 das 20:00h as 21:00h no Espaço Ser Infinito Yoga e Terapias. Confirme a presença por telefone ou e-mail lucianosmedeiros@uol.com.br

INFORMAÇÕES E RESERVAS

(83) 99992-9900 (Tim) WhatsApp (Luciano) 

ENTREVISTAS NA TV





quinta-feira, 28 de julho de 2016

A HIPNOSE FUNCIONA?


A Hipnose funciona?

Sim, ela realmente existe. E não é fraude, truque nem coisa de gente impressionável. Veja como a hipnose consegue mexer com as estruturas mais profundas da mente humana.

Olhe para cá!

E antes de começar a ler a reportagem, siga estes passos para se auto-hipnotizar

1. Pare
Vá para um lugar bem silencioso (ou coloque fones de ouvido tocando uma trilha sonora bem suave, new age mesmo). Sente-se da forma mais confortável possível e mantenha as pernas e os braços separados. Descanse alguns minutos.

2. Imagine
Agora imagine que você está dentro de um barquinho, num lago bem tranquilo. Sinta como o barquinho balança devagar e agradavelmente. Para a frente, para a direita, para trás, para a esquerda...

3. Sinta
Uma enorme preguiça toma conta da sua perna esquerda. Pense: "Minha perna esquerda está ficando pesada, cada vez mais pesaada e cansada". Mentalize por alguns minutos - até sentir que a sua perna realmente ficou semiparalisada.

4. Renda-se
Agora é a perna direita que está ficando pesada. Cada vez mais pesaada e cansada... Repita o processo com ela e com os braços, primeiro o direito e depois o esquerdo, até que todos os seus membros fiquem dormentes.

5. Induza
A esta altura, você deve estar respirando bem devagar e sentindo um relaxamento profundo. Parabéns! É o estado de indução hipnótica. Agora mentalize um objetivo simples (como "vou comer menos" ou "não sentirei mais vontade de fumar").

6. Desperte
Depois de repetir a mentalização por alguns minutos, pare e diga a si próprio que a hipnose acabou. Vá despertando sem pressa, até voltar ao normal. Você sentirá sonolência e leve desorientação, como quem acaba de acordar.

Hipnólogo Fábio Puentes

Quando o hipnólogo Fabio Puentes chegou à redação da SUPER, foi recebido com uma mistura de receio e descrédito. Talvez você o conheça: ele é aquele homem de sotaque portenho (na verdade, uruguaio) que costuma aparecer em programas de TV hipnotizando as pessoas - e às vezes sujeitando-as a situações constrangedoras. Nenhum de nós queria ser forçado a imitar uma galinha, daí o receio. Mas poucos acreditavam que Puentes tivesse mesmo algum poder, e argumentos como "isso não passa de armação" e "só faz efeito em gente de cabeça fraca" dominavam as conversas. Mas uma hora depois, o clima era completamente diferente. 

Puentes não conseguiu transformar ninguém em zumbi. Mas fez pessoas levantar 25 quilos com apenas dois dedos, paralisou o braço do designer Gabriel Gianordoli e colou as mãos do nosso redator-chefe - pessoas absolutamente céticas, nada impressionáveis. E a redação cheia de incrédulos foi obrigada a admitir o que a ciência está começando a aceitar: a hipnose realmente existe, não é mágica nem truque e vai além do simples ato de sugestionar os outros. É um fenômeno neurológico, que acontece bem no meio do cérebro e é capaz de alterar o estado normal das pessoas. Mas como ela funciona? E até que ponto pode ser usada para dominar a cabeça dos outros - e controlar melhor a sua própria mente?

A hipnose começou a ser praticada no século 18, quando o médico alemão Franz Anton Mesmer defendeu sua tese de doutorado na Universidade de Viena. Mesmer propunha uma ideia estapafúrdia: a atração gravitacional entre a Terra e outros corpos celestes afetava a saúde das pessoas, sendo responsável por vários tipos de doença mental. Por incrível que pareça, a tese foi aceita e Mesmer recebeu o diploma em 1766. Como desgraça nunca vem sozinha, logo ele começou a acreditar em outra besteira - o corpo humano estava cheio de fluidos magnéticos, cujo desequilíbrio era nocivo e deveria ser corrigido. No tratamento, o paciente ficava sentado numa cadeira enquanto Mesmer olhava em seus olhos, pedia que se concentrasse ou tocava em seus braços e mãos - técnicas similares às da hipnose moderna.

Em 1778, depois que não conseguiu curar uma pianista acometida de cegueira nervosa, Mesmer foi expulso de Viena e se instalou em Paris. Mais ousado, ele passou a andar vestido de violeta e a usar uma varinha de condão (objeto que ele inventou). Sua clínica foi o maior sucesso, e em 1784 o rei Luis 16 formou uma comissão de cientistas notáveis, que incluía Antoine Lavoisier e Benjamin Franklin, para estudar os poderes de Mesmer. Eles concluíram que se tratava de um charlatão (a teoria dos fluidos magnéticos, claro, era pura bobagem), mas que tinha alguns poderes: ele representava um perigo para a sociedade, porque supostamente era capaz de "mesmerizar" - palavra que se tornou um sinônimo de enfeitiçar - as pessoas contra a vontade delas.

As técnicas de Mesmer foram proibidas, e a hipnose começou a se transformar em show circense. Mas alguns discípulos continuaram a acreditar na sua eficácia como tratamento. Um deles era o médico escocês James Braid. Em 1843, ele resolveu trocar o nome da mesmerização para torná-la mais aceitável. E cunhou o termo "hipnose" - que vem de Hypnos, a deusa grega do sono. Braid adotou uma abordagem mais científica, e a partir daí a hipnose passou a ser estudada por gente mais séria - como o francês Jean-Martin Charcot (1825-1893), considerado o pai da neurologia, o psicólogo russo Ivan Pavlov (1849-1936) e o próprio Freud, que chegou a hipnotizar seus pacientes no começo da carreira.

Mesmo assim, a hipnose só começou a ser aceita pela ciência em 1997, quando o psiquiatra americano Henry Szechtman fez uma experiência com 8 voluntários. Eles foram vendados e ouviram uma gravação que repetia a seguinte frase: "O homem não fala muito. Mas, quando ele fala, vale a pena ouvir o que diz". Szechtman desligou o som e pediu aos voluntários que tentassem imaginar a frase. Em seguida, hipnotizou todo mundo e disse que iria tocar a fita novamente. Era mentira; não havia som nenhum. Mesmo assim, os voluntários disseram ter ouvido a gravação - eles sofreram uma alucinação auditiva por causa da hipnose. Monitorando o cérebro dos voluntários, o cientista descobriu o seguinte. Durante a alucinação e quando a gravação estava tocando de verdade, a atividade do cérebro era idêntica. Já quando as pessoas apenas imaginavam o som, a atividade era diferente. Outros estudos comprovaram esse efeito, e permitiram chegar a uma conclusão definitiva: a hipnose existe, não é fingimento e tem um efeito característico sobre o cérebro - é uma simulação perfeita da realidade, muito mais forte que a imaginação ou a autossugestão. Uma pessoa hipnotizada pode literalmente ver, ouvir e sentir o que é sugerido pelo hipnotizador. Mas como isso acontece?


Homem x réptil

A resposta começou a aparecer num teste feito pelo neurocientista Pierre Rainville, da Universidade de Montreal. Ele pediu que voluntários mergulhassem a mão em tigelas com água muito quente (a 47 oC). Como estavam hipnotizadas, as cobaias não sentiam dor. Rainville observou o cérebro daquelas pessoas e descobriu algo estranho. O sistema límbico, que é um pedaço primitivo do cérebro que nós herdamos dos répteis e processa os sinais que vêm do corpo, como a dor, estava operando normalmente. Mas o neocórtex, uma região cerebral que só existe nos mamíferos avançados e é responsável pela nossa consciência, ignorava os sinais do sistema límbico. É como se, durante a hipnose, o "cérebro humano" parasse de se comunicar com o "cérebro reptiliano".

É por isso que a hipnose tem efeitos tão profundos. A pessoa não fica dormindo. Fica acordada, consciente e sabendo que está sendo hipnotizada. A diferença é que, como o neocórtex é privado das informações fornecidas pelo sistema límbico (que além de processar a dor também controla a memória e reações como desconfiança, vergonha, medo, fome, iniciativa, prazer e desejo sexual), a consciência fica sem reservas nem referências - e, por isso, totalmente vulnerável às sugestões do hipnotizador.

Esse poder pode servir para obrigar uma pessoa a imitar uma galinha, mas também tem uso terapêutico. O Conselho Federal de Odontologia acaba de regulamentar o uso da hipnose - os dentistas que fizerem um curso especial, de 180 horas, poderão utilizá-la como complemento da anestesia. E o Conselho Federal de Medicina já reconhece a hipnose como ferramenta no tratamento de dores crônicas (o Hospital das Clínicas, em São Paulo, oferece a hipnoterapia como opção para tratar as dores de pacientes de câncer) e em várias formas de psicoterapia - há estudos comprovando que ela é eficaz contra o tabagismo, a ansiedade, a depressão e outros transtornos psíquicos. Pesquisas recentes também constataram, de maneira surpreendente, efeitos fisiológicos da hipnose: há indícios de que possa ajudar no tratamento de hipertensão e de problemas gastrointestinais e no sistema imunológico. Tudo isso depende, claro, do seu grau de sensibilidade. Por que algumas pessoas podem ser completamente tomadas pela hipnose, enquanto outras são imunes a ela? E como técnicas tão banais, como balançar um reloginho na frente de uma pessoa, podem ter tanta força sobre a mente?


Você é hipnotizável?

A hipnose é muito mais comum do que se imagina. Você já deve ter se auto-hipnotizado milhares de vezes e nem percebeu. Um exemplo: sabe quando você está indo para algum lugar, mas acaba se distraindo com os próprios pensamentos e ao chegar nem se lembra do caminho que fez? É uma forma fraquinha de hipnose. "O estado hipnótico é parecido com o que acontece quando você fica absorto, lendo um livro ou vendo um filme", afirma o psiquiatra e especialista em hipnose David Spiegel, da Universidade Stanford. É um estado de grande atenção, em que o cérebro foca em uma coisa e se desliga do resto. Mas não tem nada de extraordinário; é um mecanismo que faz parte do funcionamento normal do cérebro.

Existem vários métodos de hipnotizar (veja no quadro ao lado), mas todos seguem a mesma lógica. Tanto faz se o hipnólogo balança um objeto ou diz palavras suaves - o que conta é prender a atenção da pessoa e reduzir seu grau de inibição. Se essas duas condições forem atendidas, pronto: você conseguiu calar o sistema límbico e cativar o neocórtex, e a pessoa está hipnotizada. "O que você diz para hipnotizar a pessoa não é tão importante. O que importa é o seu jeito, o seu tom de voz", ensina Fabio Puentes.

Para o psicólogo americano Michael Nash, autor de dezenas de estudos sobre hipnose e organizador do maior livro sobre o assunto, o Oxford Handbook of Hypnosis, nossa suscetibilidade à hipnose pode ser obra da seleção natural. Ao longo da evolução da humanidade, em que as situações de dor eram muito mais comuns do que hoje (a anestesia como a conhecemos só foi inventada no século 19), quem tinha mais capacidade de ignorar o próprio sistema límbico e suportar o sofrimento físico levou vantagem na vida. Viveu mais e gerou mais descendentes, que foram espalhando essa característica pela humanidade. É por isso que, hoje, 80% da população mundial é hipnotizável em algum grau. Mas como medir o grau de sensibilidade à hipnose? Os métodos mais famosos são a Escala Grupal de Harvard, criada em 1962, e a Escala Stanford, de 1959. Este último, individual, é o mais usado pelos pesquisadores. Consiste num teste de mais ou menos 50 minutos, com 3 sessões de 12 exercícios que testam habilidades hipnóticas cada vez mais difíceis - como regressar mentalmente à infância, ficar sem poder abrir os olhos, obedecer a uma sugestão pós-hipnótica (pular da cadeira sempre que ouvir determinado som, por exemplo), tornar-se incapaz de sentir odores fortes e desagradáveis, e o exercício mais difícil de todos, esquecer tudo o que aconteceu durante a sessão. Esses testes foram aplicados em milhares de pessoas, ao longo de várias décadas, e descobriram várias coisas. A sensibilidade à hipnose se mantém estável durante a vida (é a mesma na infância, na idade adulta e na velhice), não tem relação com o sexo, a escolaridade ou a inteligência das pessoas. E é hereditária.

Existe um teste rápido que você mesmo pode fazer. Leia a frase a seguir: "Quando o carro vermelho buzinou, o cachorro preto latiu e chegou ao portão da casa amarela". Agora feche os olhos e responda: quais são as cores das palavras desta frase? Não estou perguntando os nomes escritos; quero saber as cores da tinta que usamos para imprimir as palavras em destaque. Se o seu cérebro é um pouco hipnotizável, como o de 80% das pessoas, você terá alguma dificuldade para responder - porque sua mente aprendeu e sabe, instintivamente, que o significado das palavras é mais importante que a cor delas. Já se você for extremamente hipnotizável, como 15% da população, respondeu no ato e sem problemas.

Isso se deve a uma diferença estrutural no cérebro. Pesquisas feitas na Universidade de Virgínia, nos EUA, revelaram que o cérebro das pessoas altamente hipnotizáveis possui duas características marcantes. É mais assimétrico - a divisão de tarefas entre os dois hemisférios do cérebro é mais intensa do que em pessoas comuns. E seu corpo caloso, estrutura que conecta o hemisfério esquerdo ao direito, é em média 31,8% maior. Os cientistas especulam que a superconexão faça as informações fluir mais facilmente dentro do neocórtex (que se divide entre os dois hemisférios do cérebro). E por isso o cérebro tenha maior facilidade em suprimir, ou ignorar, a atuação do sistema límbico.


O lado perigoso da hipnose

No filme Sob o Domínio do Mal ("The Manchurian Candidate", 1962), Frank Sinatra faz o papel de um major americano que é hipnotizado pelos comunistas para matar o presidente dos EUA quando ouvir um sinal por telefone. Isso é possível? Mais ou menos. A sugestão pós-hipnótica realmente existe - é possível programar o cérebro de pessoas altamente suscetíveis. Mas só com instruções muito simples (pular ao ouvir um sinal). Ela não funciona com ordens complexas, que envolvam várias etapas de raciocínio ou sejam contra a índole do indivíduo; se a pessoa normalmente não mataria o presidente, não irá fazê-lo sob hipnose. Além disso, é possível resistir à sugestão pós-hipnótica, que costuma desaparecer após alguns minutos (em casos extremos, alguns dias). Ou seja: ao contrário da crença popular, uma pessoa hipnotizada não vira um robô nem fica em transe para sempre se o hipnotizador sumir. Isso não quer dizer que os hipnotizados não possam ser induzidos a fazer coisas que não querem (ou não existiria o truque de fazê-los comer cebola achando que é maçã).

Também é possível hipnotizar as pessoas mais sensíveis contra a vontade delas, usando truques para pegá-las de surpresa. O psiquiatra americano Milton Erickson costumava dominar seus pacientes com um simples aperto de mão. Ele massageava o pulso do paciente, que ia ficando relaxado e sem reação. Seja como for, não é preciso ter medo. Mesmo se você for altamente sensível, basta ficar longe dos hipnotizadores ou não prestar atenção neles. Afinal, hipnose é um estado extremo de atenção. Se você não presta atenção, não pode ser hipnotizado. Também não há evidências de que a hipnose cause qualquer dano. Ela só tem um risco: pode induzir falsas memórias.

É isso aí. Ir a um terapeuta, sentar-se no divã e fazer hipnose com o objetivo de acessar memórias reprimidas é bastante perigoso. Como desconecta o sistema límbico, que é o responsável pela formação e manutenção das memórias, a hipnose realmente pode levar a falsas lembranças. Se um terapeuta estiver convencido de que um paciente sofreu abuso na infância, por exemplo, pode hipnotizá-lo para que ele tente se recordar do fato - e acabar implantando sem querer (ou de propósito) a memória de uma coisa que nunca aconteceu. Isso começou a ficar evidente nos anos 90, quando uma série de casos foram parar na Justiça dos EUA. Depois da hipnose, elas passaram a se lembrar de acontecimentos medonhos, como abuso sexual e rituais satânicos, que na verdade jamais tinham ocorrido. Isso causou um grande escândalo, e levou a Universidade de Washington a fazer uma série de estudos impressionantes sobre o assunto.

Os pesquisadores descobriram que, sob hipnose, 70% das pessoas ficam receptivas a falsas memórias. E as terapias que prometem acessar memórias reprimidas são muito nocivas: fazem com que os pacientes corram maior risco de perder o emprego e a vida social e tenham até 500% mais possibilidade de ir parar num hospital psiquiátrico. Por isso, hoje esse tratamento é desaconselhado pela Associação Médica Americana. Se você for fazer algum tipo de hipnose, evite técnicas e exercícios que mexam com a memória. Tirando isso, não há problema. A hipnose é uma ferramenta poderosa, que já vem embutida no cérebro e pode ser usada de maneira positiva. O pior que pode acontecer é ela não funcionar com você. Mas calma... você é pelo menos um pouquinho hipnotizável, não é? Relaxe, feche os olhos, respire. Sua cabeça está ficando pesada. Pesada e cansaaada...



As portas da percepção

Os 5 métodos mais usados para hipnotizar

Fixação de olhos
É o clássico método do reloginho, e foi criado por James Braid - o inventor da palavra "hipnose". O hipnotizador pede ao paciente que se concentre fixamente em algum objeto.

Narrativa
Consiste em pedir ao paciente que relaxe membro a membro - após o que, num tom calmante, o hipnólogo o leva a imaginar uma história.

Confusão
Criado para lidar com pessoas resistentes, consiste em iludir a pessoa com atos incomuns - como um aperto de mão que se prolonga e vira uma espécie de massagem.

Desequilíbrio
O hipnotizador diz ao paciente que se coloque numa posição na qual seja difícil se manter de pé. E ao mesmo tempo, pede que ele se concentre em seus membros.

Choque
Consiste em simular uma hipnose comum, passando as mãos na cabeça da pessoa - mas de repente fazer um gesto brusco, jogando a cabeça para trás enquanto grita "durma"!

Isto aqui dá
O que a hipnose realmente pode fazer

Anestesiar uma pessoa
Funciona. Em 1845, antes da popularização da anestesia, o médico escocês James Esdaile já usava a hipnose em cirurgias e amputações.

Curar tabagismo, compulsões e vícios em geral
Funciona. Mas o tratamento também deve ter terapia, e é preciso refazer periodicamente as sessões hipnóticas.

Implantar memórias
Funciona. Há casos de falsas memórias que acabaram na Justiça e começaram na atuação desastrada (ou maldosa) de hipnoterapeutas.

Sugestões pós-hipnóticas
Funciona. É possível condicionar uma pessoa para que ela reaja a certos sinais - como pular toda vez que ouvir determinado som, por exemplo.

Hipnotizar alguém à força
Funciona. Existem técnicas que permitem hipnotizar a vítima sem que ela perceba. Mas isso só dá certo se você dedicar atenção ao hipnotizador.



Isto não dá

Veja em que situações a hipnose não tem o menor efeito

Apagar memórias
Não funciona. Pessoas altamente hipnotizáveis podem se esquecer de acontecimentos, mas acabam se lembrando deles após algum tempo.

Acessar memórias reprimidas
Não funciona. As supostas lembranças (que no Texas são aceitas como prova judicial) são contaminadas pela imaginação.

Hipnotizar bichos
Não funciona. Hipnose é um fenômeno da parte mais moderna do cérebro humano. O que acontece com animais é apenas catatonia (paralisia).

Controle da mente
Não funciona. Mesmo pessoas altamente hipnotizáveis não se tornam zumbis. E a hipnose cessa após alguns minutos (ou quando o hipnólogo vai embora).

Para saber mais

The Oxford Handbook of Hypnosis
Michael Nash, Oxford University Press, 2008.

POR Bruno Garattoni, Fábio Marton

terça-feira, 15 de março de 2016

EXISTE DIFERENÇA ENTRE MEDITAR E MENTALIZAR?


Você sabe qual é a diferença entre mentalizar e meditar? Antes de esclarecer essa questão, proponho que aproveite este momento de leitura para relaxar e ampliar a capacidade da sua mente. Esta intenção sempre faz diferença na melhor compreensão das situações em nossa vida diária. O exercício abaixo ajudará você a encontrar um estado de calma, paz e tranquilidade a partir deste momento.

Comece inspirando lentamente e profundamente pelo nariz, mantendo o ar preso por alguns segundos - até o tempo de chegar à próxima orientação. Lentamente solte o ar pela boca semiaberta e logo depois retenha o ar novamente. Pense que todo o seu corpo se revitaliza neste momento, e repita a respiração mais uma vez: retenha o ar por alguns segundos e na hora de expirar pense que está eliminando todos os pensamentos agitados e negativos.

Adote uma atitude mental de que neste momento todo o seu ser se refaz, toda a saúde penetra em você, e que na próxima inspiração você absorverá a energia necessária para todo o seu bem-estar mental, psíquico e físico. Repita esse exercício de respiração, caso sinta que ainda não o realizou com atenção suficiente, e faça-o ao menos três vezes.

A ARTE DE MATERIALIZAR SUA IMAGINAÇÃO


Se realmente se propôs a fazer o exercício de respiração acima, você vivenciou um processo de mentalização e poderá perceber que está com uma atitude mental menos resistente. Mentalizar significa colocar a atenção total em sua imaginação e sensações, transformando e materializando a situação imaginada na vida prática, no aqui e agora.

Ou seja, mesmo que não tenha consciência disso, a maioria de nós está o tempo todo mentalizando.
Por isso, é importante ficar alerta quanto aos perigos de suas mentalizações. Se você vive pensando de forma negativa, é isso que esta materializando em sua vida. Afinal, as situações que costumamos viver são o reflexo de nossas mentalizações. O poder de seus pensamentos nada mais é do que sua energia mais preciosa sendo utilizada a seu favor - ou contra você.

E O QUE SIGNIFICA MEDITAÇÃO?



Meditar é silenciar. É apenas ser, escutar sua sabedoria inata e seu mestre interior. Na Meditação entramos em contato com um estado alterado de consciência. Nesse estado inicial, chamado Alfa, a mente e o corpo ficam em um repouso silencioso e absoluto. Não reconhecemos o que pode estar acontecendo a nossa volta, mesmo com os olhos abertos. Nada se julga ou codifica. Sentimos que somos seres individualizados, mas que somos também todo o universo. Com a prática da Meditação ampliamos esta percepção da consciência como um todo, e constatamos a verdade das nossas experiências.

Assim como a Mentalização, a Meditação também tem inúmeras formas de chegar a ela, mas o silêncio é um só. Cada pessoa se identifica com a sua técnica própria, que pode ser aprendida em curso, leitura, Yoga, exercícios de respiração ou experimentos individuais. Afinal, meditar é simples: a pessoa senta e não faz mais nada, nem ao menos pensa. É claro que inicialmente pode ser mais difícil, mas com o tempo e a persistência sempre é possível chegar onde a pessoa deseja.

Mentalizar aprofundando a concentração e o estado alterado de consciência pode se tornar o instrumento para chegar à Meditação. Temos que almejar sempre entrar em sintonia com sentimentos e vibrações de alegria, satisfação e amor, para ter mais facilidade e melhor qualidade em nosso estado meditativo.

MERGULHE NO SILÊNCIO



Agora experimente fechar os olhos e inicialmente prestar atenção em sua respiração livre. Não importa o que está acontecendo ao seu redor. A boa notícia é que agora você não tem que fazer mais nada. Fique atento, aguardando qual será o próximo pensamento. Experimente! Com certeza você terá ao menos alguns segundos de silêncio absoluto. É assim que você pode começar a criar este ótimo habito. Então, feche os olhos!

Mergulhe no silêncio OM do planeta e traga a paz interior - que é você - para suas mentalizações. Seu silêncio está escondido entre os pensamentos e as palavras de sua mente humana. Ele já está aí, dentro de você. Então, tome a decisão de incorporá-lo a sua consciência em seu dia a dia. O silêncio é a nossa verdadeira natureza, por esta razão nos faz tão bem. Escute-o!

Seja como for, onde for, esteja alerta e consciente de seus pensamentos e desejos. Seja cuidadoso com o que quer para seu futuro - que está sendo escrito no único momento que existe realmente, que é o agora. Assuma sua responsabilidade e suas prioridades dentro de um coração amoroso, uma mente silenciosa, e tenha o universo conspirando a seu favor para sempre.

SUGESTÕES DE MENTALIZAÇÕES

Se não sabe por onde começar a mentalização, confira algumas sugestões. A ideia é que você repita os textos de verdade, quando e quantas vezes quiser, principalmente quando os pensamentos estiverem negativos. Com a prática você perceberá que a Mentalização ficará cada vez mais gravada no seu inconsciente. Experimente colocar o foco na nova realidade que está fixando em sua consciência.

Consciência Criadora Eu Sou - Para ajudar você a reconhecer a responsabilidade pela sua vida "Consciência Criadora, Eu Sou sua vida, Eu Sou meu constante apoio, Eu Sou minha saúde, Eu Sou minha proteção, Eu Sou o perdão, Eu Sou a perfeita satisfação de todas as minhas necessidades e Eu Sou a minha mais alta inspiração. Confio no fluxo da Vida, pois sei que ela reserva para mim o que há de melhor, sempre. Eu Sou gratidão".

O Poder da Mentalização Positiva (Parte da Mentalização completa, que deve ser feita diariamente, às 18h).

1 - Sinta a presença da Natureza.

  • Procure sentir a presença da Natureza no ar que respira, em cada respiração, em cada pulsação.
  • Procure sentir a presença da Natureza no vento que sopra, na chuva que cai, no verde das matas, no colorido e no perfume das flores.
  • Procure sentir a presença da Natureza na semente que germina, na planta que nasce, no botão de rosa que se abre.
  • Procure sentir a presença da Natureza no cantar e no equilíbrio do voo dos pássaros.
  • Procure sentir a presença da Natureza nas ondas do mar, no barulho da cachoeira, na correnteza dos rios e no pôr do sol.
  • Procure sentir a presença da Natureza no orvalho das manhãs, no amanhecer e no anoitecer, no raio de sol, no clarão do luar, no brilho das estrelas, em toda a natureza, em todo o universo, em cada sorriso, em cada olhar, no sorriso da criança e na lágrima da emoção.
  • Procure sentir a presença da Natureza na mão amiga que se estende, em cada lugar, a cada instante, a cada momento.
  • Sinta a presença da Natureza em tudo e em todos, dentro de você.


2 - Agradeça sua Consciência Criativa.

  • E agradeça por sentir e agradeça por poder agradecer.
  • Agradeça a sua Consciência pela paz, pela proteção, pela saúde, pela força, pela esperança e por sua fé.
  • Agradeça a sua Consciência Materializadora pelos amigos que você tem, pelos entes queridos.
  • Agradeça a sua Consciência Materializadora pelo alimento que o alimenta, por ontem, por hoje, por esta união de forças, pelo carinho, pelo amor, pela sintonia, por mais esta mentalização.
  • Agradeça a sua Consciência Materializadora por tudo e por todos, por sua própria existência.


3 - Peça a sua alma ou Consciência Criativa por sua própria pessoa.

  • Diga mentalmente: "neste momento eu mentalizo, eu penso, com todas as energias mentais e universais, com todas as energias cósmicas, com todas as energias da natureza, com todas as energias da Consciência Universal, para que se resolvam todos os problemas, todos os meus males: físicos, mentais, espirituais e materiais".
  • Mentalize e visualize todos os seus problemas resolvidos positivamente.
  • Mentalize e visualize todos seus desejos realizados.
  • Mentalize e visualize a sua saúde totalmente recuperada, equilibrada, melhorada.


4 - Peça a Consciência Universal por todos.

  • Continue dizendo mentalmente: "Mentalizo que todas as pessoas entrem em sintonia comigo agora. Mentalizo que esta irradiação seja: curadora, penetrante, transmissível, vitalizante, vivificante, energética, tranquilizante, regeneradora, normalizadora, fortalecedora e que produza efeitos materializastes de paz, saúde, segurança, confiança, tranquilidade, equilíbrio, harmonia, estabilidade e bem-estar. Que cada um de nós com total e plena certeza diga a si mesmo: posso fazer tudo com a ajuda da Consciência Universal".


5 - Mentalizo pela paz mundial.

6 - Mentalize para que aumente, cada vez mais, a fé e a nossa crença positiva. Rá!
  • Este mantra é a liberação da energia positiva e significa: saúde, alegria, força, união, harmonia, paz, tranquilidade e tudo de bom pra você.


Texto: Regina Restelli (Terapeuta holística que vem desenvolvendo um inovador trabalho de autoconhecimento e autocura, baseado nos princípios da Física Quântica. Promove Grupos de Meditação em todo o país), publicado originalmente no site Personare: http://www.personare.com.br/existe-diferenca-entre-meditar-e-mentalizar-m3187

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

TESTE DE TELEPATIA DE ZENER


A capacidade de se comunicar instantaneamente, independente das distâncias é um antigo sonho humano que nos impulsionou a criação de meios de comunicação poderosos como o rádio, o telefone e a internet. Todos estes meios, entretanto dependem de meios externos e estão de uma forma ou de outra atrelados aos nossos sentidos naturais. A vontade de transcender estas limitações fez com que por toda a história se falasse de uma capacidade aparentemente de transmitir diretamente os pensamentos de uma mente para outra. Embora ainda cause espanto em muitos, como este artigo mostrará a telepatia nada tem de miraculosa e pode ser medida e exercitada com exatidão matemática.

Esta capacidade é conhecida desde o século XIX pelo nome de Telepatia quando Frederick W.H Myrer cunhou o termo em 1882. A palavra tem origem grega e une o prefixo "tele", que significa "distância" com o sufixo "patheia" que significa "sentir". Um termo que portanto define qualquer comunicação entre duas mentes sem a utilização dos canais sensoriais conhecidos.

Em muitas famílias existem casos de telepatia rotineiros. Ao vivermos muito tempo com a mesma pessoa é comum que uma consiga descobrir o que a outra esta pensando ou querendo, mesmo sem qualquer tipo de indicação. Isso pode ser testemunhado quando pensamos em alguém e logo em seguida o telefone toca com a outra pessoa do outra lado da linha ou quando cantarolamos uma música que sem sabermos estava tocando na cabeça de outra pessoa próxima a nós. Interessante notar que estes casos são mais comuns quanto maior a afinidade entre as pessoas. Os céticos defendem que tais fenômenos ocorrem porque as pessoas com a convivência se tornam mais parecidas sendo levadas a pensar e se comportar de modo semelhante. Entretanto os exemplos não se restringem apenas aos casos domésticos, mas também ganharam interesse de pesquisas acadêmicas e militares. 

A abordagem científica a telepatia



Ao contrário do que o grande público pensa, telepatia é hoje um fato demonstrável e comprovado graças ao avanço da parapsicologia, em especial das pesquisas pioneiras publicadas por Joseph Banks Rhine na primeira metade do século XX. Por outro lado os mecanismos pelos quais ela funciona ainda são motivo de muito debate e controvérsia entre os pesquisadores. Alguns especialistas dizem que esse é um fenômeno puramente psíquico, enquanto outros sustentam que é físico. Os mais céticos negam ainda essas hipótese, alegando que tudo que podemos dizer com certeza é que dois centros nervosos são capazes de manter uma comunicação simples e temporária que superam estatisticamente os resultados que poderiam ser obtidos por pura sorte. Por outro lado existem os especialistas que avançam em suas especulações e defendem a tese de que , no misterioso processo de transferência de pensamento, a segunda pessoa não é diretamente influenciada pela primeira, funcionando somente como receptora das mensagens de uma mente superior na qual todas as outras mentes estariam relacionadas.

O professor de psicologia da Universidade de Duke, Estados Unidos, Karl Zener criou na década de 1930 um sistema simples e preciso que possibilita avaliar a capacidade de transmissão ou leitura de pensamento de cada pessoa. Esse método utiliza um baralho especialmente concebido para este propósito, composto por 25 cartas divididas em 5 grupos cada um representado por um desenho de fácil identificação - estrela, cruz, circulo quadrado e linhas paralelas ondulantes. A experiência propõe que o receptor adivinhe a seqüência das cartas visualizadas pelo transmissor. Como existem 5 grupos de 5 cartas. O acaso estatístico permite uma única resposta certa sobre 5 cartas ou 5 para 25 em um baralho completo. Se o receptor consegue adivinhar  mais de 5 vezes em cada teste com o baralho Zener, isso permite supor a existência de uma certa receptividade ä transmissão do pensamento. Se isso acontece dez vezes por teste, pode-se supor a ocorrência de um feliz acaso, mas se a média de êxitos for constante sobre muitas dezenas de transmissões então o fator sorte está matematicamente descartada.

A partir de 1935 o Laboratório de Parapsicologia dentro da Universidade de Duke, realizou mais de 100 mil experimentos e descobriu que a média de acertos é 7 cartas sobre 25 - lembrando que a média do acaso seria de 5 cartas sobre 25. Uma vez que as pessoas selecionadas para a pesquisa não precisavam preencher quaisquer critérios essa ponderação engloba tanto os resultados conseguidos pelas pessoas dotadas como pelas de baixo poder psíquico, tornando-se uma espécie de média humana de capacidade telepática.

A pesquisa chamou atenção das inteligências militares que estavam a véspera da Segunda Guerra Mundial. Tanto os aliados como o eixo realizaram testes, principalmente com transmissores localizados em terra firme e receptores a bordo de submarinos submersos. Na União Soviética em experiências realizadas entre Moscou e Vladivostok (uma distância aproximada de 6.300 km) os índices de acertos aproximaram-se dos 95%. Desses experimentos participaram apenas pessoas dotadas de comprovada percepção extra-sensorial, após um longo processo de triagem e vários meses de treinamento diário. 

Outro exemplo retirado da literatura especializada conta que enquanto trabalhava em seu jardim em Cleveland, Fred Trusty teve subitamente uma estranha sensação de urgência. Abandonou as ferramentas e voltou seus olhos sem pensar para um pequeno lago situado no fundo de sua propriedade. Tudo parecia calmo. Quando ia voltar ao trabalho sentiu de novo o apelo misterioso e desta vez viu um boné flutuando sobre a água, nem no centro do lago. Sem hesitar ele correu e mergulhou. No fundo da água viu o corpo de uma criança. Era seu filho: ele o retirou de lá a tempo de reanimá-lo.

A capacidade de receber e transmitir pensamentos parece se intensificar em momentos de crise. Durante a guerra que se seguiu são incontáveis os casos na literatura especializada que contam de pais afastados de seus filhos que subitamente os contataram no final da vida. Até mesmo Sigmund Freud, conhecido por seu ceticismo, cita o caso de uma refugiada tcheca nos Estados Unidos que foi acometida por uma terrível angustia e desespero pois sabia que sua mãe, que ficará na Tchecoslováquia acabara de morrer. Marido e amigos tentaram em vão confortá-la e dois dias depois chegou um telegrama avisando sobre o falecimento de sua mãe. Considerando a diferença de sete horas entre Praga e Nova York, Freud constatou que o momento de sua angustia coincidiu exatamente com o instante do falecimento.

Como testar e desenvolver sua habilidade telepática

Imprima cinco cópias da imagem abaixo e recorte: você precisará ter 25 cartas no total. Se você puder enxergar os símbolos pelo verso do papel cole outra camada de papel junto da primeira.



Embaralhe as cartas com os símbolos para baixo e entregue para uma pessoa que será seu transmissor.Para controle tenha uma folha com três colunas e 25 linhas. As colunas devem ser classificadas como: RECEPÇÃO - TRANSMISSÃO - RESULTADO. Na primeira coluna coloque a carta que vier a sua mente. Na segunda coloque a carta que seu transmissor visualizou após ela ser reveladas. Na última coluna marque um x para cada acerto que tiver. Qualquer pontuação superior a 5 pontos equivale a 20% que são as chances de acertar por mero acaso. Marcações superiores a cinco pontos indicam a presença de algum poder de recepção. 

É essencial a participação de uma segunda pessoa neste teste pois ela visualizará cada uma das cartas que você tentará descobrir qual é. Na ausência de um transmissor você estará medindo apenas sua capacidade de premonição (conhecimento futuro) e não sua capacidade telepática. Seja medindo seu grau telepático ou premonitório diversos fatores emocionais e ambientais podem influenciar nos resultados, assim é indicado a realização de vários testes antes de chegar a uma média que realista.  Não apenas isso, mas a média costuma aumentar com o número de testes, indicando que as habilidades psíquicas podem ser exercitadas assim como a mente e os músculos.

Pelas pesquisas realizadas podemos afirmar que todas as pessoas possuem forças telepáticas latentes em diversas graduações e que estes poderes podem ser treinados e desenvolvidos. Por outro lado, as pesquisas indicam que a telepatia não é um processo apenas intelectual. Muito pelo contrário uma racionalização excessiva pode inclusive prejudicar as transmissões que podem ser reforçadas e amplificadas pelas emoções envolvidas quase da mesma forma que fazemos com as ondas de rádio. Ao que parece, tudo depende de existir dentro de nós alguma coisa que corresponda ao pensamento a ser transmitido e que lhe sirva de impulso.

Fonte:http://www.mortesubita.org/psico/textos-de-psicologia-bizarra/telepatia-metricas-e-experimentos



sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

VEJA O DOCUMENTÁRIO DE MASARU EMOTO SOBRE O PODER DO PENSAMENTO SOBRE A ÁGUA


Este documentário mostra as experiências do cientista Japonês Masaru Emoto que provou que as emoções podem alterar as estruturas dos cristais de água. Depois de muitos anos de estudo sobre esse tema ele percebeu que a água tem o poder de copiar informações. 

Por meio da fotografia em alta velocidade, o Dr. Massaru Emoto descobriu que os cristais formados pela água congelada apresentam mudanças quando a eles se dirigem pensamentos específicos e concentrados.


Ele descobriu que a água de fontes limpas e a água exposta a palavras carinhosas criam cristais de padrões brilhantes, complexos e coloridos. A água poluída ou exposta a pensamentos negativos, por sua vez, forma padrões incompletos, assimétricos e de cores sem vida. Essa pesquisa cria uma nova perspectiva da nossa capacidade de influenciar positivamente a terra e a nossa saúde pessoal. 

A lição que o cientista tirou dos seus experimentos foi que as palavras boas têm efeito positivo no mundo que nos cerca, enquanto que as palavras negativas tem o poder de destruir.

“As palavras são uma expressão da alma. E as condições da alma provavelmente têm muito impacto sobre a água que compões até 70% do nosso corpo. Sem dúvida, esse impacto afetará, e muito, o nosso corpo. Geralmente as pessoas que gozam de boa saúde gozam também de boa disposição de espírito. Não é à toa que o espírito sadio vive mais confortavelmente num corpo sadio” concluiu Masaru Emoto.

Dando prosseguimento a essa experimentação, escreveu diversos livros que se tornaram best-sellers. HADO – Mensagens Ocultas da água já vendeu mais de 400.000 exemplares internacionalmente. Masaru Emoto é Doutor em Medicina Alternativa pela Open International University. 

Sinopse do Documentário “O Poder da Água”



Se você leu o livro ou assistiu ao filme QUEM SOMOS NÓS e ficou fascinado com os lindos cristais de água que se transforam ao serem expostos a estímulos como a palavra "amor" ou a música de Mozart, este DVD lhe dará as explicações que você precisa para deixar de sofrer e achar a verdadeira felicidade.

Se você quer deixar de sofrer...
Se você quer entender a essência da felicidade...
O que está esperando? A resposta está em você!

Neste DVD você conhecerá o Dr. Masaru Emoto, cujas pesquisas sobre cristais de água são descritas no livro e o filme QUEM SOMOS NÓS. Estas pesquisas estão revolucionando a ciência e podem transformar a sua vida.

Você sabia que todo o universo é feito de vibração?
Você sabia que a vibração dos pensamentos e as emoções mudam a estrutura da água?
Você sabia que o seu corpo é 70% água?
Se os pensamentos e emoções conseguem fazer isto com a água, imagine o que podem fazer com você!

Fonte das imagens: www.masaru-emoto.net

Clique a seguir para assistir ao documentário O Poder da Água.

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

O REIKI AGORA TEM EXPLICAÇÃO CIENTÍFICA



Seus praticantes acreditam nos efeitos benéficos da energia das mãos do terapeuta colocadas sobre o corpo do paciente contra doenças. Para entender as alterações biológicas do reiki, o psicobiólogo Ricardo Monezi testou o tratamento em camundongos com câncer. “O animal não tem elaboração psicológica, fé, crenças e a empatia pelo tratador. A partir da experimentação com eles, procuramos isolar o efeito placebo”, diz. Para a sua pesquisa na USP, Monezi escolheu o reiki entre todas as práticas de imposição de mãos por tratar-se da única sem conotação religiosa.

Ricardo Monezi testou o Reiki em ratos com câncer 
(Ilustração: Matheus Lopes)

No experimento, a equipe de pesquisadores dividiu 60 camundongos com tumores em três grupos. O grupo controle não recebeu nenhum tipo de tratamento; o grupo “controle-luva” recebeu imposição com um par de luvas preso a cabos de madeira; e o grupo “impostação” teve o tratamento tradicional sempre pelas mãos da mesma pessoa.


Imposição de mãos nos grupos "Controle-Luva" e "Impostação", 
respectivamente (imagens retiradas do mestrado de Monezi).

Depois de sacrificados, os animais foram avaliados quanto a sua resposta imunológica, ou seja, a capacidade do organismo de destruir tumores. Os resultados mostraram que, nos animais do grupo “impostação”, os glóbulos brancos e células imunológicas tinham dobrado sua capacidade de reconhecer e destruir as células cancerígenas.

“Não sabemos ainda distinguir se a energia que o reiki trabalha é magnética, elétrica ou eletromagnética. Os artigos descrevem- na como ‘energia sutil’, de natureza não esclarecida pela física atual”, diz Monezi. Segundo ele, essa energia produz ondas físicas, que liberam alguns hormônios capazes de ativar as células de defesa do corpo. A conclusão do estudo foi que, como não houve diferenças significativas nos os grupos que não receberam o reiki, as alterações fisiológicas do grupo que passou pelo tratamento não são decorrentes de efeito placebo.

A equipe de Monezi começou agora a analisar os efeitos do reiki em seres humanos. O estudo ainda não está completo, mas o psicobiólogo adianta que o primeiro grupo de 16 pessoas, apresenta resultados positivos. “Os resultados sugerem uma melhoria, por exemplo, na qualidade de vida e diminuição de sintomas de ansiedade e depressão”. O trabalho faz parte de sua tese de doutorado pela Universidade Federal do Estado de São Paulo (Unifesp).

E esses não são os únicos trabalhos desenvolvidos com as terapias complementares no Brasil. A psicobióloga Elisa Harumi, avalia o efeito do reiki em pacientes que passaram por quimioterapia; a doutora em acupuntura Flávia Freire constatou melhora de até 60% em pacientes com apnéia do sono tratados com as agulhas, ambas pela Unifesp. A quantidade pesquisas recentes sobre o assunto mostra que a ciência está cada vez mais interessada no mecanismo e efeitos das terapias alternativas.

Para acessar os trabalhos científicos de Ricardo Monezi clique no link abaixo:

Título: Avaliação de efeitos da prática de impostação de mãos sobre os sistemas hematológico e imunológico de camundongos machos:
 http://www.amebrasil.org.br/html/Disserta__o_de_Mestrado___Oliveira_RMJ.pdf

Título: Efeitos da Prática Reiki Sobre Aspectos Psicofisiológicos e de Qualidade de Vida de Idosos com Sintomas de Estresse: Estudo Placebo e Randomizado.
http://www.fisioanimal.com/wp-content/uploads/2014/06/Doutorado-Reiki-Qualidade-de-vida-e-estresse.pdf

Para acessar o trabalho científico de Pedro Mourão Roxo da Motta, Nelson Filice de Barros clique no link abaixo:

Título: A aplicação de técnicas de imposição de mãos noestresse-ansiedade: revisão sistemática da literatura:
http://www.cadernosdeterapiaocupacional.ufscar.br/index.php/cadernos/article/viewFile/1147/618



Fonte: http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI152042-17770,00-ACUPUNTURA+E+REIKI+AGORA+TEM+EXPLICACAO+CIENTIFICA.html